Política

“Caça fantasma” inclui viagem e visita domiciliar


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Na última semana uma assistente social da Funprev viajaria à capital paulista para checar numa casa de repouso o nome de uma pensionista. O fim do recadastramento com apresentação de certidão de vida exige a presença do beneficiário ou a presença de representante da Funprev.

Mas há visitas domiciliares, cruzamento de informações por telefone e, no último caso, providência é acionar judicialmente. Um caso detectado há poucas semanas tem dado trabalho ao diretor de previdência, Vanderlei Tomiati.

Uma pensionista da área de educação já morta continuava com os proventos lançados numa conta bancária. Em contato telefônico com familiares dela e depois pessoalmente houve a recusa de fornecer atestado de óbito e resistência de comunicar o fim da pensão. Em termos legais, o pagamento é indevido. “Esse é um caso que no recadastramento anterior se aceitava apresentar certidão de prova de vida, ou seja bastava apresentar um documento. Esse sistema era vulnerável. A partir da exigência de comparecer à Funprev, para preencher a ficha com dados de dependentes, descobriu-se que a beneficiária estava morta, mas o dinheiro continuava a ser sacado da conta. Alguém se apropriou sem ter esse direito”, disse Tomiati.

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