• Caçando fantasmas
O Conselho Curador da Fundação de Previdência de Bauru (Funprev) se reúne hoje de manhã para discutir com a assessoria jurídica do órgão como serão acionados os três supostos beneficiários de pagamentos de proventos indevidos, cujos titulares estavam mortos.
• Não muito otimista
Ao discursar, durante a sessão de ontem da Câmara Municipal, o presidente da Casa, Pastor Luiz (PTB), exibiu um vídeo da assinatura do termo de posse da estação ferroviária central, que ocorreu na última semana. No entanto, o petebista desabafou: “Só não sei se vai dar tempo de mudarmos para a estação nesse exercício.”
• ‘Indústria da multa’
O vereador Roberval Sakai (PP) classificou como indústria da multa o fato de um munícipe ter sido multado duas vezes, no mesmo dia, pelo mesmo agente de trânsito da Emdurb, num intervalo de apenas 15 minutos, na rua Manoel Bento da Cruz. O motivo era estacionar em desacordo com a regulamentação, em vaga para deficiente físico.
• Audiência pública
Sakai, que apresentou ontem um projeto de lei para que os formulários de interposição de recurso sejam anexados à notificação de multa de trânsito, quer realizar uma audiência pública para discutir a questão dos “azuizinhos”, a competência deles e ainda o que classifica de “indústria da multa em Bauru”.
• Cartório de luxo
Muitos vereadores bradaram: a Câmara não é cartório, sequer despachante. “Essa Casa exige respeito. O prefeito é centralizador. Até agora ele não chamou os vereador do DEM e do PPS para conversar”, afirmou Amarildo de Oliveira (PPS). Na fala, o parlamentar não mencionou o PSDB, que faz o trio de oposição e forma o G7.
• Consultar faz bem
O vereador José Roberto Segalla (DEM) repreendeu, de leve, a Mesa Diretora da Câmara de Bauru durante a votação do projeto de lei que concedeu aumento de 18% aos servidores da Casa. Segundo o parlamentar, não é obrigação, mas eles poderiam ter convocado uma reunião para discutir o reajuste com os demais vereadores.
• Paródia da Geni
Ao defender o projeto de lei da Plasútil, o vereador Giba dos Santos (PSDB) mencionou Moisés Rossi (PPS), que de contrário à proposta iria votar favorável. Giba quis relembrar a menção feita por Roque Ferreira (PT) na sessão passada, quando citou a música “Geni e o Zepelim”, de Chico Buarque. “O Rossi virou Geni.” O petista abaixou a cabeça, riu e disse: “Ele cheira cola e come a lata.” Rossi ficou mais vermelho do que já é.
• Diz que não liberou
A prefeitura enviou nota ontem para informar que nenhuma liberação foi dada pelo município para a utilização de parte de uma via pública pela empresa Plasútil. No entanto, vereadores vem afirmando categoricamente, na Tribuna da Câmara, que houve um acordo de cavalheiros para que a empresa se instalasse no local e que o prefeito conduziria o processo na Casa.
• Amor sem ódio...
Ainda no tema Plasútil, o vereador Fernando Mantovani (PSDB) se empolgou e disse que os colegas deveria votar sim com amor e não com ódio. Como o único vereador contrário ao projeto era Roque Ferreira (PT), durante a votação nominal justificou: “Sem ódio e com muita alegria no coração, digo não.” Foi o único.