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Associação Comercial reclama dos prejuízos


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Lojas de vestuário, relojoaria, farmácia e outros tipos de comércio já se tornaram vítimas de furtos e roubos na cidade de Macatuba. Por pouco o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Macatuba, Alberto Matiello Dias, não passa a figurar na mesma estatística. Proprietário de uma loja na cidade, ele conta que os gritos da funcionária o salvaram. “Eu quase me tornei uma vítima. O ladrão entrou e conversou com uma funcionária. Ele aparentava estar portando uma arma embaixo da camiseta.”

O marginal acompanhou a funcionária até o meio da loja. “Ela não segurou. Começou a chorar e gritar. O ladrão ficou assustado e fugiu.”

O relato de Dias ilustra a situação que os comerciantes estão vivendo quase que diariamente na cidade. “Todo mundo reclama. Pensamos em fazer um abaixo-assinado, mas a prefeitura está encabeçando um movimento e vamos aguardar.”

Para o presidente da entidade, além dos prejuízos monetários e psicológico que um assalto causa às vítimas, a falta a uma autoridade policial com poderes de investigação atrapalha o comércio e as empresas. “Há motoristas que não estão podendo dirigir. A emissão de documentos está toda atrasada.”

Para agravar ainda mais a falta de segurança na cidade, segundo Dias, há o problema das drogas e o atendimento complicado da Polícia Militar. “O 190 atende em Bauru. Até que a mensagem seja repassada e a viatura faça o atendimento há uma demora, muitas vezes de até meia hora.”

A sugestão do comerciante é que a prefeitura conceda um aparelho celular para o carro da polícia, assim os moradores podem ligar direto e serem melhores atendidos em suas necessidades.”

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Prejuízos com roubo

Três desconhecidos usando uma arma renderam uma funcionária e levaram óculos de grife e o dinheiro do caixa. A perda, próxima de R$ 3 mil, não foi tudo. Teve o prejuízo psicológico. Além dos funcionários do estabelecimento, os comerciantes vizinhos também ficaram assustados. O fato faz com que a funcionária Demides Martins fique cada dia mais atenta com a movimentação da rua.

Para ela, a falta de delegado complica a vida não só dos comerciantes, mas dos moradores. “Uma funcionária estacionou a moto na rua lateral. Uma caminhonete de fora esbarrou e derrubou a moto. Provocou danos na moto e fugiu. Ela não teve como reclamar.”

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