Economia & Negócios

Bolsa de São Paulo segue Nova York e tem pequeno ganho de 0,22%; dólar recua 0,79%


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Ontem foi mais um dia de noticiário forte, mas, ao contrário de ontem, as Bolsas norte-americanas e brasileira subiram, mesmo com mais um rebaixamento de rating na Europa. A forte queda de ontem abriu oportunidade de compras, garantidas por balanços melhores nos EUA e a percepção de que a crise na União Europeia não deve ficar sem resposta das maiores economias da região. Além disso, a decisão do Fomc veio em linha com o esperado.

O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,22%, aos 66.655,71 pontos. Na mínima, registrou 65.914 pontos (-0,90%) e, na máxima, os 67.253 pontos (+1,12%). No mês, acumula perdas de 5,28% e, no ano, de 2,82%. O giro financeiro totalizou R$ 6,998 bilhões.

Depois de recuar 3,43% anteontem, a Bovespa abriu em alta, com os investidores à procura de pechinchas. O clima nos EUA também era favorável, com os balanços fortes de Dow Chemical e Goodyear Tire & Rubber. Na Europa, continuavam os temores de impasse com a crise grega, ainda mais depois que a chanceler alemã Angela Merkel disse que, embora seu país trabalhe para garantir a estabilidade do euro, os gregos têm que promover um pacote de corte de gastos capaz de restaurar a confiança dos mercados no país.

O ministro da Finanças alemão, Wolfgang Schaeuble, amenizou o tom ao afirmar que o país está preparado para acelerar o desembolso de fundos para ajudar a Grécia. Como o FMI também poderia elevar sua participação na ajuda acertada com a União Europeia em 10 bilhões de euros, o clima suavizou. A bolsa de Atenas fechou em alta com a decisão do país de proibir vendas a descoberto de ações por dois meses, mas o restante dos índices acionários na Europa caiu em razão do rebaixamento da Espanha, pela S&P.

Nos EUA, além dos balanços, os índices acionários refletiram o resultado da reunião do Fomc, que manteve inalterada a taxa básica de juros entre zero e 0,25%, e a de redesconto, em 0,75%. O comunicado divulgado ao final do encontro também manteve a frase de que os juros serão mantidos baixos por um “período prolongado”. Na visão do Fed, a economia continua a se fortalecer e o mercado de trabalho começou a melhorar, mas o desemprego, ainda alto, está contendo os gastos do consumidor.

O Dow Jones fechou em alta de 0,48%, aos 11.045,27 pontos. O S&P avançou 0,65%, aos 1.191,36 pontos, e o Nasdaq subiu 0,01%, aos 2.471,73 pontos. No Brasil, as ações da Vale acompanharam a queda dos metais e recuaram. O movimento também decorreu da troca de papéis com Petrobras, que subiu. Vale ON terminou em baixa de 0,68%, PNA, em queda de 0,60%. Petrobras ON ganhou 0,19% e PN avançou 0,90%. Na Nymex, o contrato do petróleo para junho terminou em alta de 0,95%, para US$ 83,22.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,22%

Ganho líquido/30 dias: 0,77%

Pela taxa média de 9,22% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,772919% e líquido de 0,618336%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,37% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,622738% e líquida de 0,498190%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,22%

Volume: R$ 7 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 0,22%, aos 66.655,71 pontos e com R$ 7,00 bilhões negociados. Nos Estados Unidos, a Dow Jones apresentou alta de 0,48% e a Nasdaq subiu 0,01%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 69,80

Variação: alta de 1,16%

A cotação do grama do ouro apresentou alta de 1,16% na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a R$ 69,80. Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,163,63, apresentando queda de 0,14% às 18h24.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,751

Variação: baixa de 0,79%

O dólar comercial fechou em baixa de 0,79% com valor de compra de R$ 1,749 e de venda de R$ 1,751. O paralelo apresentou estabilidade a R$ 1,82 na compra e R$ 1,94 na venda. O dólar turismo teve baixa de 1,08% a R$ 1,707 na compra e R$ 1,840 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em maio fecharam a R$ 1,751,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em queda de 1,16% às 18h26. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em alta de 0,33% aos 67.200, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,890% e 12,190%, respectivamente.

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