Política

Vigias e estudo de perdas estão na lista

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

Conforme Rafael Ribeiro, a atual administração também vai abrir contratações para serviço de estudo de perdas, verificação da situação da rede e de segurança dos prédios por vigias. Mas ele posiciona que, a princípio, as despesas não seriam permanentes.

“O projeto para o estudo de perdas prevê que uma equipe faz a detecção e o DAE entra depois para atuar. Mas ainda precisamos ver quanto custaria este serviço junto ao mercado. De qualquer forma, o estudo de perdas não seria um serviço permanente. Até o mês de junho próximo vamos ter o custo macro desse serviço e depois vou abrir a licitação”, conta.

O serviço é chamado de plano de gestão para verificação da situação da rede. “A empresa faz a checagem e indica onde o DAE deve atuar. É uma demanda que vai ajudar também na antecipação de serviços do DAE para o plano de asfalto. Temos mais de 500 quadras em andamento e não dá tempo de avaliar toda essa rede e o plano de asfalto esperar. É uma demanda específica”, discute Ribeiro.

No caso da checagem da situação da rede nas ruas que vão receber asfalto novo, o DAE tem de apontar as condições de topografia e liberar as ruas para o serviço ser realizado pela empreiteira contratada pela prefeitura.

Outro setor que terá terceirização é o de vigia. “Hoje temos 14 vigias em desvio de função. O serviço é coberto por ajudante geral, de obras e controlador. Temos de regularizar e a lei eleitoral, neste período, impede a abertura de concurso para a função. Tenho de voltar esse pessoal para a função original e ter vigias para fazer o que é função deles”, defende o presidente.

Apesar disso, o advogado Rafael Ribeiro assumiu o DAE ainda no primeiro semestre de 2009, tempo suficiente para avaliar e resolver a necessidade de eliminação da ilegalidade funcional que agora apresenta. Mas o tempo passou e, sem a resolução, a autarquia agora recorre à terceirização para se adequar à lei.

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