Economia & Negócios

Pacote de ajuda na Europa faz Ibovespa subir 4,11%; dólar recua para R$ 1,773


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A Bovespa não teve uma reação diferente dos outros mercados acionários ao pacote bilionário de ajuda aos países problemáticos da zona do euro: exibiu forte alta e conseguiu retomar alguns dos patamares perdidos na última semana. A euforia, no entanto, ficou para a abertura, já que no período da tarde o Ibovespa oscilou pouco - mas continuou trabalhando em patamares de 3% e 4% de ganho. As blue chips tiveram ritmo de ganhos diferentes: enquanto as ações da Vale avançaram mais de 4%, Petrobras não chegou a 2% de alta.

A Bolsa doméstica terminou o dia com uma alta de 4,11%, aos 65.452,68 pontos.O fundo aprovado esta madrugada na Europa terá nada menos do que € 750 bilhões para combater crises sistêmicas na zona do euro e no bloco amplo da União Europeia. Serão € 60 bilhões em empréstimos emergenciais que estarão disponíveis rapidamente e uma linha equivalente a € 440 bilhões de euros para dar garantias a empréstimos da UE. Os outros € 250 bilhões virão do Fundo Monetário Internacional. Além disso, os bancos centrais da zona do euro começaram a comprar bônus nacionais de países da região no mercado secundário, como parte do plano de estabilização do Banco Central Europeu. Para completar, o Banco do Canadá, o Banco da Inglaterra, o Banco Central Europeu, o Federal Reserve e o Banco Nacional Suíço reativaram operações temporárias de swap em dólar para prover liquidez.

No Brasil, apenas cinco ações fecharam em baixa. Do outro lado, Vale e siderúrgicas ajudaram a impulsionar o Ibovespa, enquanto Petrobras teve desempenho bem mais contido, ainda penalizada pelo processo de capitalização. Vale ON subiu 4,25%, PNA, 4,63%, Gerdau PN avançou 3,22%, Metalúrgica Gerdau, 2,44%, Usiminas PNA, 5,74%, CSN ON, 4,67%, Petrobras ON 1,72%, e PN, 1,34%, Na Nymex, o contrato do petróleo para junho ganhou 2,25%, a US$ 76,80 o barril.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,46%

Ganho líquido/30 dias: 0,60%

Pela taxa média de 9,46% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,75% e líquido de 0,60%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,57% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,60% e líquida de 0,48%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 4,11%

Volume: R$ 6,57 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o dia de ontem com uma forte valorização de 4,11%, aos 65.452 pontos e com um volume financeiro de R$ 6,57 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones apresentou alta de 3,90 e o índice Nasdaq avançou 4,81%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 71,00

Variação: baixa de 3,40%

Na Bolsa Mercantil & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 71,00, com uma desvalorização de 3,40% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, de Nova York, a cotação ficou em US$ 1,202,32, o equivalente a uma baixa de 0,50%, às 14h42 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,773

Variação: queda de 4,11%

O dólar comercial fechou a segunda-feira com uma baixa de 4,11%, valendo R$ 1,771 na compra e R$ 1,773 na venda. O dólar paralelo terminou o dia com desvalorização de 2,48%, negociado a R$ 1,850 para a compra e a R$ 1,970 para a venda. O dólar turismo recuou 3,23%, cotado a R$ 1,757 na compra e a R$ 1,887 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em junho fecharam a R$ 1,780,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em baixa de 3,57 às 18h06. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em alta de 4,68% aos 66.050, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,100% e 12,370%, respectivamente.

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