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Dinheiro não compra felicidade, mas ajuda, diz pesquisa


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Nova York - O dinheiro pode não comprar felicidade, mas, para muitos norte-americanos, parece ajudar. Um terço de todos os americanos entrevistados em uma sondagem da empresa de pesquisa Harris se descreveram como muito felizes, mas a porcentagem dos muitos felizes variou de 28%, no caso dos americanos com renda anual de 35 mil dólares, a 38%, caso das pessoas que ganham 75 mil dólares ou mais por ano.

“Não é uma diferença tremenda, mas, quando podemos afirmar que 82% das pessoas de renda mais baixa não estão muito felizes, acho que isso revela muito”, disse Regina Corso, diretora da pesquisa. A pesquisa revelou que as mulheres casadas tendem a ser mais felizes que as solteiras e que os homens. E o número de pessoas felizes teve uma queda ligeira em relação a anos anteriores. “Este ano, apenas um terço dos americanos dizem que são muito felizes. É uma queda ligeira em relação ao ano passado e ao ano anterior, quando 35% disseram isso.”

Os resultados sãode pesquisa online com 2.755 pessoas às quais se pediu que fossem dadas informações sobre relacionamentos com familiares e amigos, frustrações no trabalho, tempo para hobbies, preocupações sobre saúde, situação financeira e crenças espirituais.

“Uma das coisas nas quais vimos a maior queda em relação ao ano passado foi no número de pessoas que não sentem que suas vozes sejam ouvidas nas decisões nacionais”, disse.

Um dos pontos mais positivos destacados pela pesquisa foi o relacionamento das pessoas com familiares e amigos. Quase dois terços dos americanos dizem que os vínculos são fortes e constituem uma fonte de felicidade.

As pessoas que discutem as questões que fazem manchetes nos jornais se disseram mais contentes do que as que ignoram as notícias. Em vez de apenas incomodarem-se com temas sérios, essas pessoas falam sobre eles. “Acho que isso é mais saudável do que a atitude de outras pessoas, que não extravasam suas preocupações”, disse ela.

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