Economia & Negócios

Bolsa sobe 1,77% em sessão fraca, mas recua 6,64% no mês; dólar vai a R$ 1,82


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O último dia do mês foi para lá de sem graça na Bovespa. Sem a sua referência norte-americana - as bolsas não trabalharam em razão do Memorial Day -, e também com Londres fora do ar em razão de um feriado, o movimento na praça doméstica foi fraco e se configurou no menor do ano. Os poucos investidores que se arriscaram puxaram compras, principalmente em Petrobras e Vale, o que sustentou o Ibovespa o dia todo em alta e aliviou um pouco as perdas do mês.

O Ibovespa terminou a sessão na máxima pontuação do dia, de 63.046,51 pontos, com variação positiva de 1,77%. Na mínima, registrou 61.950 pontos (estável). Com o desempenho de ontem, as perdas acumuladas em maio foram de 6,64%, fazendo com que o mês tivesse a maior queda desde outubro de 2008 (-24,80%). No ano, a Bolsa acumula baixa de 8,08%. O giro financeiro negociado ontem somou apenas R$ 3,890 bilhões, o resultado mais baixo desde os R$ 2,92 bilhões de 29 de dezembro de 2009.

A alta de ontem foi puxada por um movimento localizado de compras em Petrobras, principalmente, e Vale. Segundo operadores, os investidores estariam aproveitando que os papéis estão atrasados em razão das dúvidas em relação ao processo de capitalização para melhorar o desempenho de suas carteiras neste final de mês. A ação ON disparou 5,15% e a PN, 4,96%. Vale também teve alta firme, de 2,15% na ON e 2,22% na PNA.

Na Europa, as principais bolsas de valores fecharam em direções divergentes, também com baixo volume. O índice CAC-40, da bolsa de Paris, fechou em queda de 0,21%, em 3.507,56 pontos. Em Frankfurt, o índice Dax subiu 0,31%, terminando o pregão em 5.964,33 pontos. Não houve sessão em Londres por causa do feriado britânico.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,89%

Ganho líquido/30 dias: 0,63%

Pela taxa média de 9,89% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,78% e líquido de 0,63%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,91% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,63% e líquida de 0,50%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,77%

Volume: R$ 3,90 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma valorização de 1,77%, aos 63.046,51 pontos e com um giro financeiro de apenas R$ 3,90 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, não houve negociação devido ao feriado.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,00

Variação: alta de 0,70%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia negociado a R$ 72,00, com uma alta de 0,70% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,216,21, apresentando alta de 0,12% às 17h43 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,820

Variação: alta de 0,61%

O dólar comercial terminou a segunda-feira com uma valorização de 0,61%, valendo R$ 1,818 na compra e R$ 1,820 na venda. O dólar paralelo ficou estável, negociado a R$ 1,900 na compra e a R$ 2,010 na venda. O dólar turismo recuou 1,39%, cotado a R$ 1,813 para a compra e a R$ 1,920 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em junho fecharam a R$ 1,817,0 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em queda de 0,06% às 17h46. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em alta de 1,53% aos 62.950, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,96% e 11,99%, respectivamente.

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