Economia & Negócios

Bolsa anula parte das perdas da véspera ao subir 1,78%; dólar recua para R$ 1,826


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Na gangorra do mercado acionário nas últimas semanas, ontem foi o dia de o Ibovespa subir, devolvendo boa parte da perda de ontem. Os indicadores divulgados nos Estados Unidos vieram bons e, na ausência de notícias ruins da Europa, motivaram uma recuperação nos preços. Apenas quatro ações integrantes do índice recuaram.

O Ibovespa terminou o dia em alta de 1,78%, aos 62.942,91 pontos. Na mínima, registrou 61.814 pontos (-0,04%) e, na máxima, os 63.198 pontos (+2,19%). No mês, a Bolsa acumula variação negativa de 0,16% e, no ano, queda de 8,23%.

A Bolsa paulista abriu com ligeira queda, mas logo virou, acompanhando o desempenho das bolsas norte-americanas. Lá, os dados de vendas pendentes de imóveis deram o combustível necessário às altas. O Dow Jones avançou 2,25%, aos 10.249,54 pontos, o S&P ganhou 2,58%, aos 1.098,38 pontos, e o Nasdaq terminou com elevação de 2,64%, aos 2.281,07 pontos, na máxima do dia.

O indicador divulgado pela Associação Nacional dos Corretores de Imóveis subiu 6% em abril sobre março, ante previsão de que avançaria 5%. Foi o terceiro aumento consecutivo. Na comparação com abril do ano passado, houve alta de 22,4%. O indicador norte-americano também ajudou na recuperação das bolsas europeias, que terminaram perto da estabilidade, sem um sinal uniforme.

No Brasil, foram poucas as ações a terminarem em baixa, com destaque para as blue chips, os papéis do setor financeiro e de telefonia. Neste último caso, o segmento foi movimentado pela notícia de que a Telefónica elevou de € 5,7 bilhões para € 6,5 bilhões uma oferta para a compra da participação de 50% da Portugal Telecom na brasileira Vivo.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,97%

Ganho líquido/30 dias: 0,63%

Pela taxa média de 9,97% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,79% e líquido de 0,63%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,97% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,64% e líquida de 0,5%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,78%

Volume: R$ 4,68 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou a quarta-feira com uma valorização de 1,78%, aos 62.942,91 pontos e com um giro financeiro de R$ 4,68 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones avançou 2,25% e o índice Nasdaq teve uma alta de 2,64%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,80

Variação: baixa de 0,27%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 72,80, com uma desvalorização de 0,27% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,223,67, apresentando alta de 0,02% às 17h46 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,826

Variação: queda de 0,71%

O dólar comercial encerrou a quarta-feira com uma em desvalorização de 0,71%, valendo R$ 1,824 na compra e R$ 1,826 na venda. O dólar paralelo apresentou uma baixa de 0,50%, negociado a R$ 1,890 na compra e a R$ 1,990 na venda. O dólar turismo recuou 0,72%, cotado a R$ 1,847 para a compra e a R$ 1,933 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1830,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em queda de 1,56% às 17h48. O Índice Bovespa Futuro fechou em alta de 2,18% aos 63.350, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,97% e 11,90%, respectivamente.

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