Circula pela internet, com parecer de técnicos estudiosos e de professores universitários, a notícia de que é, realmente, possível a violação das urnas eletrônicas, inclusive com alerta para comprovação por testes, o que foi recusado pelo TSE, afirmando serem elas garantidas. Ora, quem garante algum coisa não tem receio de confronto.
Assim, temos em jogo a seriedade do TSE contra a tecnologia comprobatória, um impasse criado num país cujas instituições se apresentam extremamente fragilizadas, subordinadas que são ao Executivo, haja vista as reações do tribunal diante do deboche de Lula às leis que deveria respeitar, recebendo somente punições simbólicas. Invertendo o velho ditado, “o TSE não basta parecer honesto, precisa - efetivamente - ser honesto”. Diante de sua postura dependerá a confiabilidade no órgão.
João Roberto Gullino