São Paulo – Em vez das cores do arco-íris, o “preto no branco”, como define a organização da 14.ª Parada Gay de São Paulo, dará o tom do evento para alertar sobre a importância do voto consciente nas próximas eleições. “Queremos que as pessoas escolham políticos que tenham plataformas de governo que incluam igualdade de direitos para todas as pessoas”, explica Manoel Zanini, coordenador da parada.
Hoje, as intervenções no trânsito para a realização da 14.ª Parada Gay de São Paulo começam logo cedo, às 10h, visando o conforto de quem vai curtir o evento e a comodidade dos motoristas que circulam pela região central da cidade.
A primeira via a ser fechada será a avenida Paulista, entre a alameda Joaquim Eugênio de Lima e a rua Peixoto Gomide, nos dois sentidos.
A área será utilizada para a concentração dos 18 trios elétricos que animarão o público previsto de 3 milhões de pessoas. Às 11h30, o bloqueio avança para o trecho entre as ruas Peixoto Gomide e da Consolação.
Meia hora depois, a interdição atinge trechos das ruas Rego Freitas e Ipiranga, região da dispersão do evento. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai desbloquear as vias a medida que sejam liberadas pelo público. A previsão é que até as 21h o trânsito na região esteja normalizado.
A Linha 2 (Verde) do Metrô vai funcionar com operação especial hoje, devido à Parada do Orgulho Gay. Serão colocados em operação mais nove trens no pico da manhã e 13, no pico da tarde. Além do aumento no número de trens, o Metrô terá um esquema especial de segurança nas estações de maior movimento.