Economia & Negócios

Petrobras tem nova alta e segura queda do Ibovespa; dólar avança para R$ 1,879


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A Bovespa teve um início de semana bastante volátil, pressionada pela queda das bolsas externas. Assim como na sexta-feira, o desempenho da Petrobras, em alta, ajudou a conter o tamanho da baixa. As preocupações com a Hungria e os dados do mercado de trabalho dos EUA, ambos notícias da última semana, continuaram como pano de fundo aos negócios, fragilizando apostas mais ousadas. E a ausência de uma agenda rica em indicadores deixou os investidores em ritmo lento, com reflexo no fluxo financeiro.

A Bolsa doméstica terminou a segunda-feira em baixa de 0,80%, aos 61.182,92 pontos. Na mínima, registrou 61.099 pontos (-0,93%) e, na máxima, os 62.119 pontos (+0,72%). No mês, acumula perda de 2,96% e, no ano, de 10,80%. O giro financeiro somou apenas R$ 4,945 bilhões.

As ações da Petrobras fecharam ontem em alta pelo terceiro pregão seguido e na contramão do petróleo. Os investidores resolveram se posicionar na ponta compradora após meses ‘batendo’ no papel diante da iminência do processo de capitalização da estatal. Petrobras ON terminou o dia em alta de 0,56% e a PN, de 0,92%. Na Nymex, o contrato do petróleo para julho recuou 0,10%, a US$ 71,44 o barril.

A Hungria ganhou os holofotes durante o feriado prolongado no Brasil e, mesmo após desmentidos de que se transformaria numa nova Grécia, manteve aceso o sinal amarelo dos investidores. Ontem, o governo fez mais uma tentativa de acalmar os ânimos ao anunciar que está finalizando um plano de ação econômica que será publicado hoje. Esse movimento, no entanto, surtiu pouco efeito no mercado acionário: as bolsas europeias terminaram o dia em baixa, mesmo sinal visto nos Estados Unidos.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,04%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,04% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,83% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,03% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,67% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 0,80%

Volume: R$ 4,95 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou a segunda-feira com uma desvalorização de 0,80%, aos 61.182,92 pontos e com um volume financeiro de R$ 4,95 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 1,16% e o índice Nasdaq sofreu uma baixa de 2,04%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 75,00

Variação: alta de 2,74%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro fechou o dia de ontem negociado a R$ 75,00, com uma valorização de 2,74% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,241,10, apresentando alta de 1,69% às 17h49 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,879

Variação: alta de 1,13%

O dólar comercial terminou a segunda-feira com uma valorização de 1,13%, valendo R$ 1,877 na compra e R$ 1,879 na venda. O dólar paralelo fechou em alta de 1%, negociado a R$ 1,830 na compra e a R$ 2,020 na venda. O dólar turismo avançou 1,19%, cotado a R$ 1,857 para a compra e a R$ 1,960 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,891,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em alta de 0,85% às 17h52. O Índice Bovespa Futuro fechou em queda de 0,73% aos 61.250, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,95% e 11,80%, respectivamente.

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