Economia & Negócios

Bolsa de Valores de São Paulo segue alta externa e sobe 1,43%; dólar recua 0,83%


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O pregão na Bovespa ontem teve um divisor de águas: o jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. O grosso das operações ocorreu antes das 15h, a tempo de os investidores e operadores se prepararem para assistir à partida. Desta forma, o Ibovespa pouco se mexeu depois desse horário, garantindo até o final o desempenho conquistado mais cedo. E ele foi de alta: a Bovespa retomou os 64 mil pontos, nível registrado pela última vez há pouco mais de um mês.

O Ibovespa terminou a sessão em alta de 1,43%, aos 64.442,27 pontos, maior nível desde os 64.788,22 pontos de 13 de maio passado. Na mínima, registrou 63.534 pontos (estável) e, na máxima, os 64.554 pontos (+1,61%). No mês, a Bolsa acumula ganho de 2,21% e, no ano, queda de 6,04%. O giro financeiro somou apenas R$ 3,742 bilhões, o menor do mês.

Segundo um profissional do mercado de renda fixa, os acontecimentos na Bovespa estavam limitados ao horário pré-jogo, e ele tinha razão: o Ibovespa oscilou pouquíssimo durante a partida.

O sinal positivo do dia veio do Exterior, onde as bolsas fecharam com ganhos firmes - em Nova York, eles foram até maiores do que os daqui. O Dow Jones subiu 2,10%, aos 10.404,77 pontos, o S&P terminou em alta de 2,35%, aos 1.115,23 pontos, e o Nasdaq ganhou 2,76%, aos 2.305,88 pontos.

O mercado reagiu positivamente ao índice Empire State, de atividade industrial da região de Nova York e ao índice de confiança das construtoras, mas o que agradou mesmo foram os comentários da Comissão Europeia de que Alemanha, Espanha, Portugal e outros nove governos da União Europeia estão na direção certa para atingirem suas metas de déficit de orçamento em 2010 e a colocação de títulos de curto prazo pela Espanha puxaram as altas. As bolsas europeias também subiram.

O euro deu uma grande contribuição às bolsas ao manter-se em alta e acima de US$ 1,23 pela primeira vez desde 3 de junho. Com isso, as commodities metálicas também avançaram e o petróleo fechou acima de US$ 76. Na Nymex, o barril registrou ganho de 2,42%, a US$ 76,94 o barril, maior nível desde os US$ 77,11 de 6 de maio. Petrobras, no entanto, não seguiu de perto o petróleo. A ação ON subiu 0,62% e a PN caiu 0,17%. Vale ON ganhou 1,43% e PNA, 1,20%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,23%

Ganho líquido/30 dias: 0,85%

Pela taxa média de 10,23% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,853933% e líquido de 0,683147%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,18% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,688782% e líquida de 0,551025%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,43%

Volume: R$ 3,74 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 1,43%, aos 64.442,27 pontos e com R$ 3,74 bilhões negociados. Nos Estados Unidos, o Dow Jones subiu 2,10% e a Nasdaq teve alta de 2,76%.

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OURO

Ouro/grama: não houve negociação

Variação: não houve negociação

Não houve negociação de ouro ontem na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,234,90, apresentando alta de 1,18% às 17h45.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,793

Variação: baixa de 0,83%

O dólar comercial fechou em baixa de 0,83% com valor de compra de R$ 1,791 e de venda de R$ 1,793. O paralelo apresentou queda de 1,01% a R$ 1,84 na compra e R$ 1,97 na venda. O dólar turismo apresentou alta de 1,59% a R$ 1,7700 na compra e R$ 1,9130 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,793,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em baixa de 1,37% às 17h47. O Índice Bovespa Futuro fechou em alta de 1,65% aos 64.500, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,23% e 12,28%, respectivamente.

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