Tribuna do Leitor

Secos e molhados, bares e peixaria...


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A rua general Marcondes Salgado é uma das ruas mais antigas de Bauru. Desde seu início, quando era conhecida como rua Tupi, atraiu comerciantes dos mais variados ramos de negoócio pela sua importência. Hoje sua transformação é acelerada e notória pelo progresso, mais para construir estabelecimentos modernos assistimos à demolição de antigas e históricas propriedades de famílias que passaram e deixaram boas recordações. Dentre as atividades comerciais da época, destacamos algumas que ficaram na memória das pessoas que vivenciaram aqueles momentos, muitas das quais trabalhavam nas indústrias que eram estabelecidas na própria rua e adjascências, tais como a Anderson Clayton,

Cia Antarctica de bebidas e conexos, indústrias Matarazzo etc... A Casa Paulo, bar do Paulo Japonês, empório do Vióorio Mancuso, peixaria do seu Rosendo Ferreiro, sogro de Luis Carlos Silvestre, bar do Petean e seu filho Paquito, bar do Chamorro, bar dos esportistas de José Viveiros e Pilar Estebanez, ambos espanhois, Casa são Francisco, de Altibano Bi-gheti e seu filho Elpidio, Clube Arapongas, bar da Turca, de dona Cecília Felício, bar e sorveteria de Benedito Gois, venda do Epifanio Cruz e seu genro Florindo, venda do seo Manoel Placido, à Pauliceia do seu Totó e muitas outras. Certamente esses bons tempos nos trazem gratas lembranças. Nesta história contei com a colaboração do meu amigo Agenor Fuzeti e minha querida mãe Irene Fernandes Avila.

José Eduardo Fernandes Avila

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