Na cidade de Bauru, a merenda é padronizada e pela sua tradição imagina que contempla todos os alunos. Mas e os alunos hipertensos, obesos, diabéticos ou os que têm outros males? Padrão no dicionário quer dizer igual. Mas e os outros? Alguém já pensou nisso? Não existe na rede pública um programa voltado para a criança que nescessita de alimentação diferenciada.
De que adianta uma criança receber essa alimentação em casa se na escola ela recebe a alimentação voltada para as crianças sem necessidade de alimentação especial? Será que os que decidem atrás de uma escrivaninha não têm a sensibilidade para ao menos ousar e pensar no assunto? Ou na rede pública é proibido ousar e pensar?
Sonia Medeiros - conselheira do Conselho da Segurança Alimentar, servidora pública municipal