Economia & Negócios

Petrobras pesa, mas garante 65 mil pontos no fim do dia; dólar é negociado a R$ 1,791


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O dia de ontem foi de muita volatilidade no mercado acionário. A Bovespa abriu em alta, mas logo virou puxada pelas vendas de ações da Petrobras, em razão do adiamento do processo de capitalização da empresa. O dado de imóveis norte-americano influenciou a queda em Wall Street e reforçou o sinal negativo aqui, mas, à tarde, após o encontro do Fomc, as bolsas, lá e cá, voltaram a pisar no azul. Depois de mais alguma oscilação, esse sinal acabou se sustentando e o índice doméstico fechou nos 65 mil pontos pela primeira vez em mais de um mês.

A Bovespa terminou o dia em alta de 0,54%, aos 65.160,33 pontos, maior pontuação desde os 65.223,63 pontos de 12 de maio. Na mínima, registrou 64.247 pontos (-0,87%) e, na máxima, os 65.161 pontos (+0,54%). No mês, acumula ganho de 3,35% e, no ano, queda de 5%. O giro financeiro totalizou R$ 5,79 bilhões.

Apesar de o mercado externo continuar como fio condutor dos negócios com ações no Brasil, ontem a Petrobras roubou a cena, após ter divulgado comunicado adiando seu processo de capitalização de julho para setembro. “A notícia significa que as incertezas continuam até setembro”, comentou o analista de investimentos da SLW Pedro Galdi. No geral, o mercado não gostou do adiamento ao avaliar que se trata de uma grande desorganização de um processo que tem várias variáveis e é considerado bastante complexo. O resultado, assim, acaba sendo um só: queda dos papéis. Ontem, Petrobras ON perdeu 1,87% e PN, 2,10%. A ação preferencial liderou o giro individual do Ibovespa, com R$ 690,787 milhões.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,29%

Ganho líquido/30 dias: 0,68%

Pela taxa média de 10,29% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,85% e líquido de 0,68%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,23% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,69% e líquida de 0,55%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,54%

Volume: R$ 5,79 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma ligeira valorização de 0,54%, aos 65.160,33 pontos e com um volume fin anceiro de R$ 5,79 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subiu 0,05% e o índice Nasdaq apresentou uma queda de 0,33%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 73,00

Variação: alta de 1,96%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 73,00, com uma valorização de 1,96% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,237,03, apresentando queda de 0,28% às 17h42 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,791

Variação: alta de 0,51%

O dólar comercial encerrou a quarta-feira com uma valorização de 0,51%, valendo R$ 1,789 na compra e R$ 1,791 na venda. O dólar paralelo apresentou estabilidade, cotado a R$ 1,780 na compra e a R$ 1,970 na venda. O dólar turismo sofreu uma baixa de 1,07%, negociado a R$ 1,793 para a compra e a R$ 1,893 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,788,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em baixa de 0,17% às 17h38. O Índice Bovespa Futuro fechou em alta de 0,62% aos 66.100, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,30% e 12,15%, respectivamente.

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