Em dia de poucos negócios por causa do jogo do Brasil contra o Chile pela Copa do Mundo, O Ibovespa alternou sinal positivo e negativo durante a manhã, mas à tarde ficou presa no vermelho, quando se acentuou o movimento de realização de lucros, fechando na mínima da sessão. Nos EUA, as bolsas também estiveram indefinidas pela manhã, mas à tarde exibiram alta que não se sustentou e fecharam com leves quedas.
As oscilações da manhã refletiram reação dos investidores ao compromisso assumido no fim semana pelas 20 maiores economias do mundo de reduzirem seus déficits à metade até 2013, mas depois enxergaram nessa decisão o risco de inibição do crescimento e recessão. Nos EUA, foi uma decisão judicial favorável ao setor de tabacos que amparou a recuperação de ações do segmento e ajudou a manter as bolsas em alta até perto do fechamento. Mas no Brasil a Bovespa não reagiu ao vaivém externo e ignorou a revisão da perspectiva do País de estável para positiva pela agência de risco Fitch e só aprofundou a queda.
O volume negociado, como era de se esperar por causa do jogo, foi de R$ 3,24 bilhões, um pouco menor que nos dois jogos anteriores do Brasil em dias de semana. No jogo do dia 15, o volume foi de R$ 3,742 bilhões e no do dia 25, R$ 3,319 bilhões. Nesse quadro, o Ibovespa fechou em queda de 0,92%, aos 64.225,22 pontos, na mínima. A máxima foi de 65.104,67 pontos (+0,43%). No mês, acumula alta de 1,87%; em 30 dias, sobe 3,68%e no ano cai 6,36%.
Analistas comentam que a Bolsa brasileira passa agora por movimento de realização de lucro que tende a prevalecer nos próximos dias. Ao acumular valorização superior às bolsas americanas, a Bovespa abre espaço para essas realizações, que atingem blue chips como Vale e Petrobras.
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RENDA FIXA
Renda bruta: 10,33%
Ganho líquido/30 dias: 0,68%
Pela taxa média de 10,33% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,86% e líquido de 0,68%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,26% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,69% e líquida de 0,55%.
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BOLSA DE SP
Bovespa: baixa de 0,92%
Volume: R$ 3,24 bilhões
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o dia de ontem com uma baixa de 0,92%, aos 64.225,22 pontos e com um volume financeiro de R$ 3,24 bilhões negociados.
Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones terminou o dia em baixa de 0,05% e o índice Nasdaq sofreu uma desvalorização de 0,13%.
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OURO
Ouro/grama: R$ 72,40
Variação: alta de 1,76%
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 72,40, com uma alta de 1,76% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,238,78, apresentando queda de 1,33% às 18h10 de ontem.
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DÓLAR
Comercial: R$ 1,783
Variação: alta de 0,22%
O dólar comercial fechou a segunda-feira com uma valorização de 0,22%, valendo R$ 1,781 na compra e R$ 1,783 na venda. O dólar paralelo recuou 0,51%, negociado a R$ 1,820 para a compra e a R$ 1,960 para a venda. Já o dólar turismo, sofreu uma queda de 0,85%, cotado a R$ 1,797 na compra e a R$ 1,877 na venda.
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Tendências no mercado
Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,781,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando estabilidade às 18h07. O Índice Bovespa Futuro caiu 1,18% aos 65.060, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,32% e 12,04%, respectivamente.