Política

PCCS tem mobilização do sindicato e servidor

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

O Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm) de um lado e, de outro, servidores de Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão, em separado, colhendo assinaturas em documento (abaixo-assinado) com objetivos distintos em relação ao Plano de Carreiras, Cargos e Salários da Saúde (PCCS), cujo projeto está em tramitação na Câmara Municipal de Bauru desde o final do ano passado.

A entidade percorre unidades municipais com pedido de apoio para que 38 propostas de alterações no texto original sejam incluídas no projeto. De outro lado, funcionários das unidades básicas se mobilizam para que o texto do projeto já negociado entre vereadores e a administração municipal seja votado ainda na sessão do dia 5 de julho próximo.

Ontem, o Sinserm distribuiu nota dizendo que nos últimos seis dias colheu a assinatura de 500 servidores. A nota não informa se a lista corresponde apenas a servidores da pasta a que diz respeito o projeto ou não.

Mas, de outro lado, servidores da área de Saúde também colhem assinaturas para que o PCCS seja votado. Entre os argumentos apresentados aos colegas está que o projeto incluiu várias das propostas mencionadas pela entidade sindical, além de outras que já faziam parte do texto mas foram reforçadas.

Hoje, o Sinserm e a Comissão de Servidores constituída pela entidade se reúnem, às 17h30, com o prefeito Rodrigo Agostinho e os Secretários da Saúde e Administração, Fernando Monti e Renato Gragnani, respectivamente.

A administração garantiu aos servidores que não haverá redução dos vencimentos de nenhum servidor e indicou aos vereadores que aceita anunciar o aproveitamento (derivado) dos agentes de controle de endemias na carreira. O Sinserm, entre outros assuntos, quer discutir a preservação do patamar de progressão por mérito, a manutenção do cargo de maqueiros, a inclusão de critérios de avaliação aprovados por lei e a correção de texto sobre direito aos biênios.

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