Pesca & Lazer

Monte Aprazível ‘ganha' escola de processamento


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Monte Aprazível, no Interior de São Paulo, ganhou um centro de educação tecnológica e laboratório de processamento de pescado. A inauguração foi realizada no final de maio e teve a presença do ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin.

A escola tem várias especialidades de formação técnica e uma de suas prioridades é a formação de filhos de pescadores e piscicultores do Interior paulista.

Por suas características e estrutura, a escola pretende ser uma referência na produção e no processamento do pescado, com laboratório de análise de água, fábrica de ração, tanques escavados de engorda de pescado e estrutura de beneficiamento.

Inicialmente, o curso de aquicultura e processamento de pescado deverá receber turmas que, juntas, somarão 60 alunos. O objetivo principal é formar profissionais para desenvolver a piscicultura, bem como promover a inserção do pescado na merenda escolar. Outra meta é preparar técnicos para todas as etapas do processo produtivo do pescado.

O Centro de Educação Tecnológica Chopin Tavares de Lima é resultado de um projeto coordenado pela Associação de Aquicultores de Monte Aprazível e Região (Aquamar). Inicialmente com recursos do Ministério da Educação (MEC), o centro foi se estruturando nos últimos anos para formar profissionais em várias áreas do mercado, entre elas a pesca e a aquicultura.

Em 2005, o Ministério da Pesca liberou R$625 mil para a implantação do laboratório de processamento do pescado, que agora passa a se incorporar à estrutura. Lá estão instalados os equipamentos para linha de processamento do filé.

O processamento inicial será de 2 toneladas/dia, com capacidade de chegar a 6 toneladas/dia. A produção inicial será distribuída regionalmente. Em meados de 2011 está previsto o processamento de alimentos como hamburguers, kibes e nuggets de tilápia.

O foco principal da produção será para atender as escolas na merenda escolar. O funcionamento do laboratório de processamento possibilitará a reativação dos viveiros escavados aprovados que se encontram desativados, incentivando também a produção de outras espécies, como tambacu, piau; pirapitinga e pacu. A produção será direcionada para processamento no laboratório, possibilitando a geração de novos empregos diretos e indiretos na região.

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