Economia & Negócios

Espanha faz Ibovespa cair 1,68%; em junho, perda foi de 3,35%; dólar é cotado a R$ 1,804


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O esforço do Ibovespa e das bolsas norte-americanas ao longo do dia para fechar com pequenas valorizações, repetindo performance do mercado europeu, foi atropelado no meio da tarde pela notícia de que a Moody’s Investors Service colocou o rating dos bônus da dívida soberana da Espanha em moeda local e em moeda estrangeira em revisão para possível rebaixamento (os dois ratings estão em Aaa). Com o dado, que tem potencial para debilitar as bolsas européias amanhã, uma vez que já estavam fechadas na hora do anúncio, o Ibovespa, que operava com alta em torno de 0,50% às 15h, escorregou para o terreno negativo acompanhando queda dos índices acionários nos EUA.

O Ibovespa, depois de andar na faixa dos 62 mil pontos ao longo de quase toda a sessão, fechou na mínima, em queda de 1,68%, aos 60.935,90 pontos - menor pontuação desde 27 de abril. A máxima foi registrada pela manhã, de 62.644,69 pontos, com alta de 1,08%. O índice acumulou queda de 3,35% no mês e de 11,16% no primeiro semestre, que é o acumulado do ano até o momento.

Petrobras impediu recuo maior do Ibovespa, ao manter-se em alta durante a sessão. O papel PN subiu 0,11%, para R$ 26,86. Segundo Felipe Casotti, gestor de renda variável da Máxima Asset Management, as recentes baixas do papel o tornaram atrativo, num dia em que surgiram novas definições sobre sua capitalização.

O Banco do Brasil define ontem o preço por ação em sua oferta. Conforme apurou a Agência Estado, o valor por ação deve ficar abaixo da cotação de fechamento de ontem (R$ 25,50), o que deve levar o banco a captar cerca de R$ 10 bilhões.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,31%

Ganho líquido/30 dias: 0,68%

Pela taxa média de 10,31% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,86% e líquido de 0,68%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,25% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,69% e líquida de 0,55%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: baixa de 1,68%

Volume: R$ 6,39 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma desvalorização de 1,68%, aos 60.935,90 pontos e com um firo financeiro de R$ 6,39 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,98% e o índice Nasdaq apresentou uma queda de 1,21%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 74,10

Variação: alta de 0,14%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 74,10, com uma valorização de 0,14% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,242,60, apresentando alta de 0,08% às 17h47 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,804

Variação: queda de 0,33%

O dólar comercial terminou a quarta-feira com uma desvalorização de 0,33%, valendo R$ 1,802 para a compra e R$ 1,804 para a venda. O dólar paralelo apresentou estabilidade, negociado a R$ 1,840 na compra e a R$ 1,970 na venda. O dólar turismo sofreu uma baixa de 0,89%, cotado a R$ 1,787 na compra e a R$ 1,900 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,801,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,61% às 17h44. O Índice Bovespa Futuro caiu 1,96% aos 61.430, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,35% e 12,08%, respectivamente.

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