Economia & Negócios

Graças à Petrobras e à Vale, Bovespa cede menos que Nova York e cai 1,81%


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A bolsa brasileira caiu ontem na esteira do mau desempenho dos índices acionários em Nova York, onde no pior momento da sessão chegaram a ter perdas acima de 3%. Nos EUA, os investidores reduziram o apetite ao risco em razão de desapontamentos com balanços corporativos divulgados ontem após o fechamento e ontem pela manhã e com a queda acima da esperada da confiança do consumidor americano. O Ibovespa, porém, perdeu menos que os índices em Nova York. “A bolsa aqui já caiu mais que lá fora, e por isso consegue esse descolamento agora”, diz Pedro Galdi, analista de investimentos da SLW Corretora. Ele lembra que no ano, enquanto o Ibovespa cai 9,11%, o Dow Jones cede 3,17%.

Com quedas inferiores ao índice e em meio a disputas antes do vencimento de opções sobre ações na segunda-feira, Petrobras e Vale deram suporte para que o Ibovespa recuasse menos ontem do que os índices de ações norte-americanos. A bolsa brasileira fechou em queda de 1,81%, aos 62.339,27 pontos. Atingiu a mínima de 62.298,21 pontos, em baixa de 1,88%, e a máxima de 63.492,16 pontos, estável. Na semana, recuou 1,79%, mas no mês ainda sustenta alta de 2,30%.

Antes de sucumbir ao dado preliminar que apontou a queda da confiança do consumidor americano em julho, o mercado já amanheceu desapontado com os resultados do Google divulgados ontem, após o fechamento: o Google informou lucro líquido no segundo trimestre de US$ 5,71 por ação, abaixo das expectativas dos analistas, que previam ganho de US$ 6,52 por ação.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,58%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,58% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,46% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,67% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: baixa de 1,81%

Volume: R$ 4,25 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma desvalorização de 1,81%, aos 62.339,27 pontos e com um volume financeiro de R$ 4,25 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o Dow Jones recuou 2,52% e o índice Nasdaq apresentou uma baixa de 3,11%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 71,50

Variação: queda de 0,69%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 71,50, com uma desvalorização de 0,69% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,193,00, apresentando baixa de 1,22% às 18h01 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,772

Variação: alta de 0,40%

O dólar comercial fechou em alta de 0,56% com valor de compra de R$ 1,780 e de venda de R$ 1,782. O dólar paralelo sofreu uma queda de 0,51%, negociado a R$ 1,850 na compra e a R$ 1,960 na venda. Já o dólar turismo apresentou uma valorização de 0,53%, cotado a R$ 1,793 para a compra e a R$ 1,910 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em agosto fecharam a R$ 1,787,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 1,13%. O Índice Bovespa Futuro caiu 1,95% aos 62.800, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,08% e 11,65%, respectivamente.

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