Li o artigo do sr. Milton Dallari, no JC do dia 14/7/2010, na coluna opinião, e discordo de algumas citações suas, senão vejamos: acho que não tivemos vitória alguma nos 7,72% de atualização. Analisemos o caso abaixo citado.Uma pessoa que se aposentou em fevereiro de 1995 com o salário de R$ 480,00 do INSS, na época daria um equivalente a 6,85 salários mínimos. Hoje, seu salário seria de aproximadamente R$ 3.493,50.
No entanto, seu salário não passa de R$ 1.980,00, já contando com este mísero 7,72%. O que o governo federal deu tanto para nós aposentado comemorarmos vitória? Onde está a recuperação de salário que o senhor descreve com tanto ênfase no primeiro parágrafo de sua nota?
Até aqueles empregados que têm complementação do Estado estão na pior, pois o mesmo não está pagando o salário como deveria ser contando em salários mínimos. Acabam com cargos para que os advogados não tenham paradigma nas reclamações trabalhistas. Analise se professores (do Estado), aeroviários (antiga Vasp), ferroviários (ex-Pta, Fepasa), bancários (ex-Banespa, Nossa Caixa) estão contentes. Acho que vivemos em Estados diferentes. Nada contra vossa pessoa, apenas discordo da vossa opinião.
Élcio José Machado - servidor público estadual aposentado