Economia & Negócios

Bolsa de São Paulo tem sétima alta seguida e testa 67 mil no Intraday; dólar sobe 0,28%


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O Ibovespa registrou ontem sua sétima alta consecutiva, com valorização modesta. Em Nova York, depois de um início positivo, o dia foi marcado pelo desânimo e os índices de ações fecharam em direções mistas - o Nasdaq e o S&P500 caíram, enquanto o Dow Jones apurou pequena alta.

No início dos negócios, o Ibovespa acompanhou a tendência de alta das bolsas norte-americanas, que refletiram os bons balanços corporativos divulgados logo cedo, entre eles os dos bancos europeus UBS e o Deutsche Bank, e os aumentos de índices de preços de residências nos EUA. Mas quando Nova York sucumbiu aos indicadores mais fracos de atividade regional e à diminuição da confiança do consumidor em julho, a Bovespa apenas reduziu os ganhos, mantendo-se em alta.

O Ibovespa fechou com valorização de 0,35%, aos 66.674,44 pontos. Ao longo da sessão, a mínima do índice foi aos 66.293,03 pontos, em queda de 0,23%, e a máxima foi verificada aos 67.102,17 pontos, em alta de 0,99% - desde 3 de maio a Bolsa não transitava na faixa dos 67 mil pontos. No mês, o índice acumula alta de 9,42% e no ano a perda foi reduzida para 2,79%. O giro financeiro somou R$ 5,049 bilhões.

Como ontem, as ações da Vale foram ontem alvo de realização de lucro, após apurarem ganho na casa de 12% na semana passada. O papel ON caiu 0,39%, para R$ 48,00; o PNA cedeu 0,36%, para R$ 41,95 e teve o maior giro financeiro do Ibovespa (R$ 574,407 milhões.)

As influências negativas dessas ações sobre o Ibovespa foram, porém, minimizadas por desempenhos positivos de Petrobras e Usiminas, entre outros papéis. A ação PN da Petrobras fechou em alta de 0,29%, cotada por R$ 27,98 - o papel girou o segundo maior volume do Ibovespa (R$ 290,364 milhões). Petrobrás ON, menos negociada, cedeu 0,41%, para R$ 31,80. Já as ações ON da Usiminas valorizaram-se acima de 1%: ON, +1,42% e PNA, 1,01%.

O Dow Jones fechou em alta de 0,12%, aos 10.537,69 pontos; o Nasdaq encerrou em queda de 0,36%, aos 2.288,25 pontos; e o S&P500 perdeu 0,10%, aos 1.113,84 pontos.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,68%

Ganho líquido/30 dias: 0,88%

Pela taxa média de 10,68% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,889811% e líquido de 0,711848%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,54% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,717989% e líquida de 0,574392%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,35%

Volume: R$ 5,05 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 0,35%, aos 66.674,44 pontos e com R$ 5,05 bilhões negociados. Nos Estados Unidos, o Dow Jones subiu 0,12% e a Nasdaq apresentou queda de 0,36%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 71,20

Variação: queda de 0,11%

A cotação do grama do ouro apresentou queda de 1,11% na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a R$ 71,20. Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,161,80, apresentando queda de 1,90% às 17h53.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,770

Variação: alta de 0,28%

O dólar comercial fechou em alta de 0,28% com valor de compra de R$ 1,768 e de venda de R$ 1,770. O dólar paralelo apresentou queda de 0,51% a R$ 1,84 na compra e R$ 1,94 na venda. O dólar turismo subiu 1,23% a R$ 1,737 na compra e R$ 1,890 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em agosto fecharam a R$ 1,770,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,28%. O Índice Bovespa Futuro subiu 0,54% aos 67.180, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,85% e 11,53%, respectivamente.

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