A aeronave da empresa Pantanal que precisou fazer um pouso forçado anteontem no aeroporto Moussa Tobias, na rodovia Bauru-Arealva, ainda não foi consertada. Segundo a assessoria de imprensa da empresa de aviação, o conserto poderia ser efetuado de duas formas, dependendo da gravidade dos problemas encontrados. Caso os engenheiros conseguissem consertar a deficiência da aeronave, ela poderia voar até São Paulo. Se houvesse problemas maiores, o avião seguiria para São Carlos, onde a TAM tem uma oficina de consertos.
Ontem, a assessoria de imprensa informou que o avião somente seria transportado hoje para o Centro Tecnológico da TAM, em São Carlos, evidenciando que o problema encontrado não foi pequeno.
A aterrissagem forçada do avião, que estava sem passageiros e com uma pequena tripulação de quatro pessoas, foi provocada por um problema mecânico no trem de pouso dianteiro da aeronave. A assessoria de imprensa da Pantanal informou que o motivo do problema ainda não foi detectado, porém, toda ocorrência de uma empresa aérea precisa ter as suas causas apuradas.
Apesar de não haver feridos, o pouso forçado causou transtornos no aeroporto de Bauru. O grande prejuízo ficou por conta da interdição da pista, que ficou fora de funcionamento anteontem das 8h às 16h e gerou o cancelamento de 14 pousos e decolagens.
Para deslocar o avião, foi necessária a ação de um caminhão-guindaste, que arrastou a aeronave por cerca de 100 metros para desobstruir a passagem. Por sua vez, a pista não foi prejudicada pelo incidente. Ontem, o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) informou que, no aeroporto de Bauru, não foram constatados mais problemas decorrentes do caso.
O voo saiu de Presidente Prudente e faria escala em Marília antes de pousar em Bauru e seguir para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Ao detectar o problema, o piloto foi instruído a mudar a rota para Bauru.