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Advogado de Bruno acusa agente de pedir dinheiro

Folhapress
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Belo Horizonte - O advogado Ércio Quaresma, defensor do goleiro Bruno Fernandes e de outros seis indiciados pelo suposto homicídio de Eliza Samudio, afirmou ontem que foi procurado por um agente penitenciário que pediu dinheiro para facilitar a entrada de um celular na prisão em que o jogador está preso.

Bruno está na penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte), onde cumpre prisão temporária que vence neste sábado.

A Subsecretaria de Administração Prisional de Minas (Suapi) informou que não recebeu denúncia e que não comentará a acusação do advogado.

Um dia antes, outro advogado de Bruno, Frederico Franco, foi parado antes de entrar na penitenciária com celulares.

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