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Opções de lazer

Bruna Dias
| Tempo de leitura: 2 min

Para quem optou por passar o domingo no espaço da Grand Expo pode conferir uma gama de brinquedos do Moreno’s Park para todas as idades. Para os pequenos o carrossel, o trenzinho, o castelinho de ar e tobogã são motivo de festa e liberdade. Já para a família, a roda gigante, o twister e o Drácula & Cia trem fantasma são ótimas opções. Neste ano, o Moreno´s traz pela primeira vez a Magic Bee, uma montanha-russa invertida para quem deseja liberar a adrenalina e viver emoções mais fortes.

Além dos brinquedos, cerca de 100 estandes de produtos oferecem desde venda de calçados, roupas, móveis a insumos agrícolas. Dois restaurantes e 150 barracas também são alternativa para quem gosta de degustar as tradicionais guloseimas vendidas na feira. Fazem parte do cardápio peixes, carnes, pizzas, pastéis, batata frita, yakisoba, tempurá, lanches, milho verde, morango com chocolate, pipocas coloridas, crepes, bolos e pamonha, além de doces cristalizados e japoneses.

Tratadores de cavalos formaram uma família

Para quem pensa que família engloba somente parentes com tipos sanguíneos compatíveis ou marido e esposa, está enganado. A “família” de tratadores de cavalos crioulos que está dando assistência a esses animais na feira, engloba amigos, caminhoneiro e até cachorros.

O tratador Odilon Nunes, nascido no sul do País, veio da cidade de Amparo, 332 quilômetros de Bauru, junto com sua esposa Karina Pinheiro e os amigos João Rodrigues, Rosane Rodrigues e o caminhoneiro responsável pelo transporte dos animais, Du Pegorari, para participar da feira e na hora do almoço eles estavam saboreando o tradicional churrasco gaúcho.

“Dependendo do número de animais que nós trazemos a família aumenta. Dessa vez viemos em menos gente. Eles são a minha família de amigos. Nós vamos nos reunindo com quem lida com os cavalos crioulos mas também tem os amigos que lidam com os quarto de milha. Quando fazemos um churrasquinho viramos uma família”, explicou Odilon Nunes aos risos.

Karina Pinheiro, que é casada há 10 anos com Odilon, conta que já conheceu o tratador no ramo. “Eu competia na prova de tambores e acompanho ele desde que nos conhecemos. Já me acostumei com essa rotina. Nós trazemos barracas, acampamento para ficar nos locais. O churrasquinho faz parte da nossa tradição, não vivemos sem ele”, frisou.

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