Economia & Negócios

Apesar da alta de NY, Bolsa sucumbe à queda da Petrobras e recua 0,34%


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A Bovespa não teve pique ontem para acompanhar as altas das bolsas de Nova York, deprimida pelas quedas das ações da Petrobras. A influência positiva das bolsas norte-americanas e o bom desempenho de Vale e de ações de bancos na Bovespa foram insuficientes para anular o impacto negativo das ações da petroleira estatal e a bolsa brasileira fechou com sinal negativo.

Em Nova York, os índices acionários subiram, com os investidores cautelosos nesta véspera da reunião de política monetária do Federal Reserve, porém, esperançosos de que o Fed possa anunciar novas medidas de estímulo à economia, após o fraco relatório sobre o mercado de trabalho de julho e outras indicações recentes de que a economia norte-americana está enfraquecendo.

Com as ações da Petrobras afetadas por expectativas em relação a informações sobre o processo de capitalização no balanço que a empresa publica na sexta-feira, o Ibovespa fechou em baixa de 0,34%, aos 67.862,28 pontos, perdendo os 68 mil pontos, após fechar nessa faixa nas três últimas sessões. Na mínima, caiu a 67.749,39 pontos (-0,51%). Na máxima, subiu a 68.512,67 pontos (+0,61%). No mês acumula alta de 0,51% e no ano cai 1,06%.

“Um dado importante é que o fluxo de capital de investidor estrangeiro continua pingando na Bovespa, e isso é bom porque não é capital especulativo”, disse Pedro Galdi, analista da SLW Corretora. Segundo a Bovespa, os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 118,779 milhões na Bovespa na última quinta-feira, dia 5. Em agosto, até dia 5, o saldo de capital externo na bolsa está positivo em R$ 1,051 bilhão. No acumulado de 2010, há um superávit de recursos estrangeiros na Bovespa de R$ 1,621 bilhão.

As ações da Petrobras, que representam 11,98% do Ibovespa, caíram acima do índice: o papel ON cedeu 1,10%, para R$ 33,15, e o PN, -0,89%, para R$ 28,83. Já as ações da Vale, com participação de 12,56% no índice, subiram, porém, com alta modesta, insuficiente para anular as quedas da Petrobras.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,59%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,59% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,50% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 0,34%

Volume: R$ 4,07 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,34%, aos 67.862,28 pontos e com um giro financeiro de R$ 4,07 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subiu 0,42% e o índice Nasdaq teve uma alta de 0,75%.

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OURO

Ouro/grama: 72,00

Variação: baixa de 0,69%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 72,00, com uma desvalorização de 0,69% em comparação com o fechamento de sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,201,58, apresentando queda de 0,21% às 17h49 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,752

Variação: queda de 0,45%

O dólar comercial fechou a segunda-feira com uma desvalorização de 0,45%, valendo R$ 1,750 na compra e R$ 1,752 na venda. O dólar paralelo apresentou uma alta de 0,52%, negociado a R$ 1,850 na compra e a R$ 1,950 na venda. O dólar turismo avançou 1,40% a R$ 1,7370 na compra e R$ 1,8830 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,761,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,48%. O Índice Bovespa Futuro caiu 0,75% aos 67.855, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,77% e 11,53%, respectivamente.

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