Economia & Negócios

Fed alivia, mas a China impõe tom negativo à Bolsa; dólar vai a R$ 1,759


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A Bovespa seguiu o movimento das bolsas em Nova York e reduziu as perdas exibidas após o anúncio pelo Fed (banco central norte-americano) de medidas que devem ajudar a recuperação da economia através da manutenção de taxas hipotecárias baixas. O Fed também decidiu manter as taxas de juros dos Fed Funds entre zero e 0,25% ao ano e a taxa de redesconto em 0,75% ao ano. A desaceleração da queda da bolsa doméstica foi, porém, menos intensa: em baixa de 1,13% antes do Fed, a Bovespa fechou com recuo de 0,94%; no mesmo intervalo, o Dow saiu de -0,94% para fechar em queda de 0,51%. Indicadores econômicos ruins sobre a economia dos EUA divulgados mais cedo mantiveram as bolsas norte-americanas em terreno negativo.

O Ibovespa recuperou-se menos porque se manteve preso ao mau humor formado, desde cedo, com o anúncio da China de aumento menor que o esperado das importações do país. O dado chinês fez renascerem temores sobre a desaceleração da economia chinesa e recuperação da economia global e afetou sobretudo as ações de commodities, daí atingir em cheio o Ibovespa, onde o segmento tem grande representatividade. Somente as ações da Vale e Petrobras, que tiveram fortes quedas, representam cerca de 25% do índice.

O Ibovespa caiu 0,94%, para 67.223,23 pontos, a menor pontuação desde 29 de julho. Em campo negativo durante toda a sessão, o índice registrou a mínima de 66.946,43 pontos (-1,35%) e a máxima de 67.836,11 pontos (-0,04%). No mês, passa a apresentar perda de 0,43%; no ano, recua 1,99%.

Vale ON cedeu 1,40%, para R$ 50,00, e PNA, -1,25%, para R$ 43,60 - foi a ação mais negociada na bolsa, com giro de R$ 730,785 milhões. Petrobras ON caiu 0,75%, para R$ 32,90, e PN, -1,46%, para R$ 28,41

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,67%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,67% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,54% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 0,34%

Volume: R$ 5,10 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,94%, aos 67.223,23 pontos e com um giro financeiro de R$ 5,10 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,51% e o índice Nasdaq sofreu uma baixa de 1,24%.

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OURO

Ouro/grama: 72,20

Variação: alta de 0,28%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 72,20, com uma alta de 0,28% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,204,32, apresentando alta de 0,26% às 17h47 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,759

Variação: alta de 0,40%

O dólar comercial terminou a terça-feira com uma valorização de 0,40%, valendo R$ 1,757 na compra e R$ 1,759 na venda. O dólar paralelo fechou o dia estável, negociado a R$ 1,850 para a compra e a R$ 1,950 para a venda. O dólar turismo sofreu uma baixa de 1,91%, cotado a R$ 1,777 na compra e a R$ 1,847 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,762,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,17%. O Índice Bovespa Futuro caiu 0,60% aos 67.445, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,76% e 11,55%, respectivamente.

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