Os títulos paulista e brasileiro, respectivamente ganhos em 1999 e 2000, pelo basquete bauruense deixaram um rastro de fanáticos novos torcedores pelo esporte. Nos anos seguintes, o basquete arrefeceu, porém o “vírus” da modalidade já havia se proliferado pela cidade.
A retomada do basquete pelo projeto Bauru Basketball Teamf az o ginásio da Luso ficar limitado para abrigar a torcida. Um novo ginásio está distante da realidade dos cofres públicos. O mais viável seria a locação da Panela de Pressão, situação que virou um imbróglio sem data para assinatura do contrato entre Noroeste e Prefeitura.
O integrante da torcida Fúria, organizada do Itabom/Bauru, Josinei Aparecido de Lima, 20 anos, entende que a cidade precisa de outro ginásio. “É lógico que a Luso fez uma coisa superlegal para o time. Só que o time atingiu um patamar que precisa de um ginásio maior”, define. Lima acrescenta que a recuperação da Panela de Pressão atenderia outras modalidades, como o vôlei da Luso e o futsal da FIB, entre outros esportes.
Fábio Alex Brajato, 14 anos, também da Fúria, cobra a promessa do Poder Público de que o ginásio seria entregue neste mês. “Vejo que não saiu do papel”, critica. Ele destaca que partidas em um ginásio maior faria crescer a renda, favorecendo os cofres do time, que tem encontrado dificuldade de fechar patrocínios. O torcedor Bruno Bincoleto entende que o basquete é desvalorizado na cidade e cobra melhores acomodações para os torcedores. “A Panela já foi prometida para várias datas e infelizmente acabou não saindo nada”, critica. Há cerca de um mês, o JC divulgou que o contrato de locação da Panela não passou na avaliação do Jurídico da Prefeitura devido a dívidas do Noroeste com os cofres municipais.
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O Itabom seguiu a rotina de treinamentos ontem. O técnico Guerrinha, que acompanhou, anteontem, a vitória de Piracicaba sobre o São Bernardo (68 a 67), trouxe as imagens da partida e orientou os jogadores com base no que observou da equipe do ABC. O Itabom estreia sábado, em São Bernardo, às 18h.