• Ranking curioso
O DAE divulgou ontem, oficialmente, um dado curioso. “Depois da ausência por um longo período, o DAE voltou a participar neste ano do ranking de saneamento elaborado pela Revista Saneamento Ambiental, de São Paulo/SP. Entre as 95 empresas estaduais, municipais e privadas concorrentes, a autarquia bauruense ocupou a 39ª posição pelo critério utilizado para fins de classificação, que foi a Receita Operacional Líquida em 2009”.
• Ranking negativo
Mas se observarmos bem o dado, é difícil não avaliar que a posição merece reflexão apreensiva e não comemoração pela gestão atual. É que o DAE arrecadou R$ 65.578.983,86 em 2009, o que o colocou em 39º no ranking. Com isso, a autarquia nos induz a pensar que seus serviços exigiram mais dos bauruenses na comparação com outras cidades. O próprio DAE conta que arrecada mais que cidades como Mogi das Cruzes (42º lugar) e São Carlos (45º lugar).
• Dados de receita
Segundo a autarquia local, as cidades citadas acima arrecadaram R$ 59.097.455,23 e R$ 50.438.218,93 no ano passado. Poderiam argumentar, se for o caso, que o orçamento maior pode ter como reflexo, por exemplo, a cobrança pelo tratamento de esgoto, ou argumentar, pelo menos, como está o custo desse setor nas cidades mencionadas. Mas apontar a cifra do jeito que foi elencada deixa mais perguntas do que esclarece alguma coisa.
• Um responsável
Foi aprovada na última sessão de Câmara Municipal a criação do Serviço Tecnológico em Informática (TI). Uma das alterações apresentadas à proposta e aprovadas durante a reunião foi a criação do cargo de chefia para o setor. Antigamente, a parte de tecnologia da Casa era voltada à programação. Agora, como é a tendência, ela entra na fase de TI e com alguém do ramo para responder pela área.
• As candidaturas
Entre os candidatos a deputado federal de Bauru, a Justiça Eleitoral ainda não julgou apenas as candidaturas de Cláudio Petroni (PMDB) e Paulinho Martins (PSTU). Os demais já são considerados aptos. Entre os estaduais, o andamento dos processos está mais lento. Estão aptos apenas Clodoaldo Gazzetta (PV), Irineu Carsos (PP), Kláudio Koffani (PDT) e Pedro Tobias. O restante ainda aguarda posicionamento judicial, mas faz campanha.
• Árvore no caminho
Vereador Moisés Rossi lembrou de reportagens publicadas pelo JC na semana passada sobre o corte indiscriminado de árvores em Bauru e a posição individualista de moradores sobre a supressão das plantas. Para ele, seria bom cada casa ter uma árvore em sua frente. Porém lembrou que é preciso a Semma fiscalizar.
• Ideia é impossível
Rossi aproveitou para criticar a falta de afinação no Poder Executivo. Ele lembrou que quando propôs dar aos motoristas 15 minutos de tolerância para paradas rápidas, recebeu da Emdurb a resposta que a proposta causaria perda de divisas ao reduzir venda de cartões do estacionamento rotativo, o que poderia ser questionado pelo Tribunal de Contas.
• E quando é possível
Acontece que o Executivo apresentou proposta parecida há poucas semanas. Para o vereador, a impressão que dá é que quando a proposta sai do Legislativo ela é impossível, mas quando nasce na prefeitura se torna viável. "O governo deveria não olhar para o autor de uma proposta, mas para seu conteúdo, se viável ou não", diz.