Defronte à Justiça cega, vai mandato e vem mandato, cachorrada correndo solta, o rato abraçando o gato, surgiu no meio do povo, no movimento operário, um trabalhador primário que disse: também vou ser candidato. Apanhou na ditadura, suportou e não fugiu, liderando, assumiu mesmo preso, não calou, companheiros e companheiras, com sua estrela no peito.
O nosso Brasil tem jeito, quero provar e provou. Líder da democracia, eleito pela maioria, fez o que o pobre queria e o povão acreditou. Sempre firme no ideal, discursando em todo nível, mostrou que era possível, calando quem criticou. Massacrado pela mídia e doutores da oposição, trazendo no coração marcas que infância deixou.
A vida só lhe bateu, ainda tem medo da fome. Mas o caráter de homem, isso a mãezinha ensinou. Se o Brasil é respeitado por esse mundo afora, por tantas lutas e glória, rendo graças ao companheiro. Da luta veio o remédio, esse remédio tem bula: eu aqui falo do Lula, o maior dos brasileiros.
Candido Vasdoro Carneiro