Praça Portugal
“Todos os dias, especialmente no período noturno e nos finais de semana, um grande número de moradores deixa suas residências para passar horas de lazer na praça Portugal. O local foi reformado recentemente e passou a oferecer aos seus frequentadores uma ampla área, equipada com estacionamento, quadra poliesportiva, vestiário, playground, ponto de ônibus e um belo jardim.
“O trânsito nas vias que dão acesso à praça também foi alterado, solucionando o problema de fluxo intenso, que há tempos abalava a paciência dos motoristas que precisam passar diariamente pelo local. O início da avenida Getúlio Vargas, assim como o final da rua Rubens Pagani, sofreram um rebaixamento. Já a rotatória que ligava a rua Rio Branco à avenida Getúlio Vargas foi retirada, portanto os motoristas agora precisam contornar toda a extensão da praça para ter acesso à via.
“O resultado da reforma já apresentou reflexos no cotidiano dos bairros adjacentes. A área verde, que antes passava despercebida ou era utilizada apenas como local de acesso, se tornou um espaço funcional. A prefeitura, assim como os moradores da Cidade Sem Limites, comemoram a nova conquista do município.”
O texto anterior é imaginário e descreve os possíveis reflexos se uma proposta de reformulação da praça Portugal desenvolvida por alunos do 4º ano do curso de arquitetura da Universidade Paulista (Unip) de Bauru fosse implantada.
O projeto, elaborado sob a supervisão dos arquitetos e professores Luiz Cláudio Bittencourt, Mariana Falcão Bormio e da coordenadora do curso, a arquiteta Artemis Fontana, foi apresentado pelos alunos Alan André Costa, Ariton Avid de Souza, Ana Maria Nunes de Araújo, Fabricio Marcondes da Silva, Jilvane Alves Pereira e Nicolas Soares Gomes.
“A ideia era que os alunos desenvolvessem um projeto para a praça Portugal dando conta da complexidade daquela área, que é afetada pelo sistema viário, pelo trânsito intenso e pelas variadas formas de uso e ocupação de solo”, justifica Luiz Cláudio.
“A área ocupada pela praça Portugal é um espaço supervalorizado, que dá acesso a uma região em constante crescimento da cidade. Porém, sofreu uma descaracterização de seu caráter inicial. Hoje as pessoas passam por ali e nem reparam que a praça existe, pois está ofuscada por uma confusão de automóveis, pessoas e prédios comerciais. Nossa ideia foi justamente resgatar a funcionalidade daquela área”, explica Nicolas.
Além desse projeto, outros foram desenvolvidos por estudantes do mesmo curso e período. Os resultados indicam diferentes visões de uso para a mesma área.
Tanto os alunos quanto os professores do curso sabem que, dificilmente, o projeto sairá do papel, especialmente por questões de verbas do município. “Mas, ainda assim, é importante ver os alunos pensando a cidade. Agora, no período da faculdade, é a hora deles ousarem, sonharem com tudo o que podem transformar”, avalia Luiz Cláudio.“Todos os dias, especialmente no período noturno e nos finais de semana, um grande número de moradores deixa suas residências para passar horas de lazer na praça Portugal. O local foi reformado recentemente e passou a oferecer aos seus frequentadores uma ampla área, equipada com estacionamento, quadra poliesportiva, vestiário, playground, ponto de ônibus e um belo jardim.
“O trânsito nas vias que dão acesso à praça também foi alterado, solucionando o problema de fluxo intenso, que há tempos abalava a paciência dos motoristas que precisam passar diariamente pelo local. O início da avenida Getúlio Vargas, assim como o final da rua Rubens Pagani, sofreram um rebaixamento. Já a rotatória que ligava a rua Rio Branco à avenida Getúlio Vargas foi retirada, portanto os motoristas agora precisam contornar toda a extensão da praça para ter acesso à via.
“O resultado da reforma já apresentou reflexos no cotidiano dos bairros adjacentes. A área verde, que antes passava despercebida ou era utilizada apenas como local de acesso, se tornou um espaço funcional. A prefeitura, assim como os moradores da Cidade Sem Limites, comemoram a nova conquista do município.”
O texto anterior é imaginário e descreve os possíveis reflexos se uma proposta de reformulação da praça Portugal desenvolvida por alunos do 4º ano do curso de arquitetura da Universidade Paulista (Unip) de Bauru fosse implantada.
O projeto, elaborado sob a supervisão dos arquitetos e professores Luiz Cláudio Bittencourt, Mariana Falcão Bormio e da coordenadora do curso, a arquiteta Artemis Fontana, foi apresentado pelos alunos Alan André Costa, Ariton Avid de Souza, Ana Maria Nunes de Araújo, Fabricio Marcondes da Silva, Jilvane Alves Pereira e Nicolas Soares Gomes.
“A ideia era que os alunos desenvolvessem um projeto para a praça Portugal dando conta da complexidade daquela área, que é afetada pelo sistema viário, pelo trânsito intenso e pelas variadas formas de uso e ocupação de solo”, justifica Luiz Cláudio.
“A área ocupada pela praça Portugal é um espaço supervalorizado, que dá acesso a uma região em constante crescimento da cidade. Porém, sofreu uma descaracterização de seu caráter inicial. Hoje as pessoas passam por ali e nem reparam que a praça existe, pois está ofuscada por uma confusão de automóveis, pessoas e prédios comerciais. Nossa ideia foi justamente resgatar a funcionalidade daquela área”, explica Nicolas.
Além desse projeto, outros foram desenvolvidos por estudantes do mesmo curso e período. Os resultados indicam diferentes visões de uso para a mesma área.
Tanto os alunos quanto os professores do curso sabem que, dificilmente, o projeto sairá do papel, especialmente por questões de verbas do município. “Mas, ainda assim, é importante ver os alunos pensando a cidade. Agora, no período da faculdade, é a hora deles ousarem, sonharem com tudo o que podem transformar”, avalia Luiz Cláudio.
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Sem medo de ousar
E já que a ideia é repensar espaços públicos de forma a melhorar a qualidade de vida dos habitantes da cidade, vale tudo, especialmente soltar a imaginação e conferir à cidade, mesmo que no papel, traços sofisticados e um paisagismo arrojado.
E isto foi o que não faltou aos alunos do 4º ano da disciplina de projeto urbano e paisagismo da Universidade Paulista (Unip), que desenvolveram projetos para a praça Portugal sem preocupações financeiras e limitações para a execução da obra.
“A proposta foi que eles apontassem soluções para aquela região, independente de custos. Avalio que a universidade deve ser uma fase de experimento. Nesta etapa da vida profissional, os alunos devem sentir que são um agente transformador da realidade. Devem tomar consciência que o crescimento da cidade pode, sim, ser administrado com ajuda deles”, afirma Luiz Cláudio Bittencourt, arquiteto e professor da Unip, que ficou satisfeito com o resultado apresentado pelos alunos. “É uma sensação de dever cumprido”, garante.