Economia & Negócios

Bolsa se descola de NY e avança mais de 1%; dólar é negociado a R$ 1,756


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A Bovespa terminou o último pregão de agosto em alta de 1,38%, aos 65.145,45 pontos, descolada de Nova York, que se retraiu após a divulgação da ata da última reunião do comitê de política monetária (Fomc) do Federal Reserve. Apesar dessa melhora de ontem, agosto termina em clima de melancolia para a Bovespa, com perda de 3,51% no mês, o que resulta numa desvalorização de 5,02% no ano.

A alta desta terça-feira foi impulsionada pela recuperação das suas ações líderes, Petrobras e Vale, além do bom desempenho do setor bancário.

O descolamento da Bovespa ante o mercado acionário nos EUA se deve ao fechamento do mês, quando muitos gestores e fundos de investimentos procuram melhorar o rendimento da carteira no período, dando uma puxadinha nos preços dos papéis. Além disso, operadores destacam ainda a mudança na composição da carteira teórica do Ibovespa, que costuma provocar ajustes. Hoje passa a vigorar uma nova carteira, para o período de setembro a dezembro deste ano.

Segundo a terceira prévia divulgada ontem pela Bolsa, as ações da incorporadora Brookfield, Marfrig e Santander passarão a integrar a nova carteira teórica do Ibovespa, que terá um total de 68 papéis.

O volume financeiro da Bovespa acelerou na reta final, registrando R$ 6,43 bilhões, mas ainda assim não chega a ratificar uma melhora consistente do mercado, segundo analistas. As ações de Petrobras tiveram um rali no final do pregão e fecharam nas máximas. A PN subiu 2,40% e a ON avançou 1,51%, com os investidores no aguarda de uma definição hoje do preço do barril do petróleo da cessão onerosa.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,59%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,59% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,47% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,67% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,38%

Volume: R$ 6,43 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma valorização de 1,38%, aos 65.145,45 pontos e com um giro financeiro de R$ 6,43 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subiu 0,05% e o índice Nasdaq sofreu uma baixa de 0,28%.

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OURO

Ouro/grama: 73,75

Variação: alta de 1,58%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 73,75, com uma alta de 1,58% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,247,20, apresentando alta de 0,81% às 17h51 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,756

Variação: baixa de 0,23%

O dólar comercial terminou a terça-feira com uma desvalorização de 0,23%, valendo R$ 1,754 na compra e R$ 1,756 na venda. O dólar paralelo encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,860 na compra e a R$ 1,950 na venda. O dólar turismo avançou 0,54%, cotado a R$ 1,737 na compra e a R$ 1,8600 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,756,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,20%. O Índice Bovespa Futuro subiu 1,29% aos 65.735, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,69% e 11,27%, respectivamente.

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