Política

Campos dispara ‘setembro da lealdade’

Nelson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

O presidente estadual do PTB e candidato à reeleição para a Assembleia Legislativa, Campos Machado, disse em Bauru que não vai admitir que os integrantes da legenda não sejam leais ao apoio firmado às candidaturas de José Serra e Geraldo Alckmin, ambos do PSDB, e que não se engajem na campanha de Romeu Tuma ao Senado.

Em campanha em Bauru, ele anunciou que convocou todos os diretórios e escritórios regionais para sair às ruas em favor da eleição dos tucanos e do colega de partido Romeu Tuma. Machado chamou a ofensiva de “setembro da lealdade”. “Não vamos pular de barco nenhum. Eu sou conhecido pela lealdade nos compromissos que assumo e como líder do partido não vou admitir posição em contrário. O PTB está junto com o Serra, o Alckmin e vai até o fim. E tem obrigação de lutar pela eleição do Tuma”, afirmou.

O senador Romeu Tuma está internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para exames de saúde. “A internação do senador não vai, em absoluto, paralisar a campanha à reeleição do Tuma. Muito pelo contrário, a campanha será dinamizada em todas as frentes”, disse.

Campos Machado avalia que os petebistas vão acabar dando exemplo à debandada que circula por outras legendas em relação à campanha para a Presidência. “Se a carapuça servir, vai servir para quem não tem compromisso. A direção estadual do PTB está convocando os diretórios dos 645 municípios paulistas, diretórios distritais e zonais, todos os 28 escritórios regionais e os 12 departamentos da agremiação partidária, transformando setembro no mês da lealdade e da solidariedade”, reforça.

Machado, que esteve no espaço Café com Política, do JC, acompanhado do presidente do PTB-Bauru, Ricardo Oliveira, reforça a aliança firmada com os tucanos. “Palavra dada é flecha lançada. Nossa palavra não volta atrás. Nós temos uma cara só e vamos ajudar a eleger presidente da República o melhor Ministro da Saúde que o Brasil já conheceu, José Serra”, diz. E o Geraldo Alckmin é meu irmão. Eu só não disputo a eleição para governador em 2014 se ele for para a reeleição. Se a reeleição acabar no País, como quer o PT para permitir a Lula tentar retornar ao poder, eu sou candidato”, anuncia Campos.

Comentários

Comentários