Amaríssima, intrépida, corrupta em sua natureza. Sepulta toda iniciativa afetiva de querer melhorar o país, ela age meticulosamente, enganando-nos com seu espetáculo teatral, em que o fantasma da ópera ressurge mais uma vez! Prometendo-nos melhores condições de vida, tratamento ecológico, investimento em educação e diversidade de empregos qualificados.
Mas quando realmente essas promessas serão cumpridas? Logo o fantasma começará a cantar sua vitória, e nós estaremos lá, assistindo aos poucos a morte de nosso país. Ela está entre nós e destila o veneno excludente nos meios sociais. Trata-se da notória política! Nossa realidade hoje é abstrata, é como diz Álvares Campos: toda vida da alma é um movimento de penumbra.
Todos nós fazemos silogismos, do prefeito, do governador, presidente, mas a verdade é que nos deixamos ser levados pelos argumentos falaciosos que a política nos impõem. Muitos de seus atos são injustificáveis, o dinheiro é guardado sobre as coxas de quem o administra, as promessas sobre a melhora de vida, investimentos em saúde e educação são esquecidas, o que torna a política cada vez mais mitificadora em suas conclusões.
Nós fazemos a escolha do futuro, elegemos e aprovamos , curioso é saber que em uma terra farta de plantação e condições climáticas favoráveis seja esterco para tanta ignorância, se fizermos a escolha certa, ventos favoráveis soprarão com um investimento real na educação. Caso contrário, tudo não passará de uma letra morta! Depois não adianta chorarmos sobre o fétido cadáver do desenvolvimento pelo recesso ilimitado de governar, anos passam, as escolhas mudam e nós vamos aprendendo com os nossos erros a escolher a pessoa mais qualificada para administrar o Brasil.
Thais Lenharo Gazeta