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Marina Silva atribui crescimento à coerência

Folhapress
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Belém - Candidata do PV à Presidência, Marina Silva disse ontem que não queria que os escândalos contra o governo Lula tivessem ocorrido, mesmo sabendo que esses episódios podem ter contribuído para o crescimento dela nas pesquisas de intenção de voto.

Em visita a Belém, ela foi questionada se a queda de Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas se deve à divulgação de casos negativos ao governo Lula - o da Receita e o da ex-ministra Erenice Guerra. “Esses escândalos não ajudam a ninguém. Eu preferia que eles não tivessem acontecido.”

Sobre seu crescimento, ela disse novamente que o resultado ocorre devido à sua coerência. “Eu decidi debater o Brasil, não ir para o vale-tudo eleitoral, não fazer ataque gratuito, as pegadinhas e as ofensas pessoais”, afirmou.

Segundo pesquisa Datafolha, divulgada ontem, Marina subiu dos 11%, nas duas pesquisas feitas na primeira quinzena deste mês, para 14% e segue em terceiro Lugar. Dilma está com 46% e José Serra - o candidato do PSDB -, com 28%.

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