Economia & Negócios

Bolsa honra os 70 mil pontos, apesar da queda em Nova York; dólar comercial é vendido a R$ 1,691


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A Bovespa começou a semana devagar, refletindo a cautela no exterior e também um pouco de correção de preços depois de ter subido 2,98% na semana passada. Na máxima, atingiu +0,46% e na mínima recuou 0,20%. Apesar do pregão insosso e do sinal vermelho em Nova York, o Ibovespa honrou os 70 mil pontos, reconquistados na última sexta-feira, fechando aos 70.384,92 pontos, alta de 0,22%, com giro financeiro de R$ 5,860 bilhões.

O dia na Bolsa foi basicamente de troca de posições, segundo operadores. Terminado o processo de ajuste de carteiras característico de virada de trimestre, os investidores agora aguardam novos triggers para assumir posições no curto prazo. Por ora, prevalece a cautela com a pesada agenda internacional da semana, que inclui o payroll (criação de vagas em setembro) nos EUA na sexta-feira e o ISM sobre a atividade do setor de serviços amanhã. Além disso, a semana marca o início da temporada norte-americana de balanços, com Alcoa cortando a fita na quinta-feira.

Ao contrário dos mercados de câmbio e juros, que estão se ajustando ao segundo turno da eleição presidencial, não fosse pelo setor elétrico o impacto das eleições na Bolsa seria praticamente nulo. As ações Copel PNB (4,42%), Companhia Paranaense de Energia, e Cemig PN (1,81%), de Minas Gerais, subiram repercutindo a vitória dos respectivos candidatos a governadores em primeiro turno, Beto Richa (PSDB) e Antonio Anastasia (PSDB). No caso de Cemig, analistas veem na vitória de Anastasia a continuidade de uma boa administração. E no Paraná, a expectativa do mercado é que com Beto Richa a Copel seja contemplada com reajustes de tarifas.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,60%

Ganho líquido/30 dias: 0,64%

Pela taxa média de 10,60% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,80% e líquido de 0,64%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,50% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,64% e líquida de 0,51%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,22%

Volume: R$ 5,86 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma ligeira alta de 0,22%, aos 70.384,92 pontos e com um giro financeiro de R$ 5,86 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,72% e o índice Nasdaq sofreu uma desvalorização de 1,11%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 74,30

Variação: alta de 0,41%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a segunda-feira negociado a R$ 74,30, com uma valorização de 0,41% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,315,15, apresentando queda de 0,29% às 17h53 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,679

Variação: baixa de 0,77%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem com uma alta de 0,71%, valendo R$ 1,689 na compra e a R$ 1,691. O dólar paralelo apresentou estabilidade, negociado a R$ 1,800 na compra e a R$ 1,910 na venda. O dólar turismo fechou com uma valorização de 1,83%, cotado a 1,707 na compra e a R$ 1,833 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em novembro fecharam a R$ 1,710,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,59% às 17h50. O Índice Bovespa Futuro caiu 0,13% aos 70.505 pontos, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,66% e 11,44%, respectivamente.

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