A vinda de Pilar para Bauru só foi possível, segundo diretoria e comissão técnica, devido ao esforço pessoal do presidente do Bauru Basket, Pedro Poli, através de sua empresa, a patrocinadora master da equipe, Itabom. O técnico Guerrinha afirma que o time precisa conseguir incrementar seu patrocínio e que a Itabom está se sacrificando para que o Bauru não perca a oportunidade de contar com um jogador importante.
“O Pedro fez um esforço extra, através da Itabom. Porque agora é o momento da janela do basquete e a gente poderia perder o Pilar para outra equipe. Mesmo o Pedro fazendo isso, estamos aguardando um aporte, porque ele adiantou para a gente. Se ficássemos esperando, esperando, perderíamos a oportunidade. Aí o Pedro está garantindo até que a gente consiga mais um patrocinador”, explica.
A Itabom ampliou temporariamente o investimento para deixar o time com boas possibilidades no NBB e pelo comprometimento com o projeto, que poderia ser prejudicado. “Comprometida com o projeto Bauru Basket, a Itabom está fazendo um esforço para reforçar a equipe e manter o nível que ela merece. Mesmo com pouco apoio de empresas locais, o time precisa da Itabom, que nem é de Bauru e se compromete com o esporte da cidade”, declara Poli, através da assessoria de imprensa do Bauru Basket.
Com a chegada de Pilar, a tendência é encerrar o ciclo de contratações, de acordo com Guerrinha. “Agora, a gente só tem a opção de mais um estrangeiro, o que não estamos pensando. Para o objetivo que a gente quer e pela atual estrutura e momento nossos, o objetivo é melhorar esta equipe. Para trazer mais um estrangeiro teria que ter mais um aporte financeiro e teria que ser até dezembro, porque no segundo turno não pode mais”, revela.
O técnico comemora as características do reforço, identificadas com o estilo de jogo do Itabom. “A gente tem um time bastante dinâmico, esta é a proposta. É um time que joga em velocidade e rotação ofensiva e defensiva, o que confunde o adversário e facilita o nosso trabalho. Ele (Pilar) vem com a característica do nosso time. Isso é legal, não tem que ficar ensinando”, conclui Guerrinha.