Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• Verba do fundo

Os servidores do DAE, dos mais variados setores, da área operacional, financeira, administrativa e de planejamento, não devem ficar aborrecidos com as reportagens que identificam utilização irregular de recursos do fundo de tratamento de esgoto. Os colaboradores são designados para cumprir suas tarefas e, com isso, cabe ao comando de primeiro e segundo escalão cuidar para que as diretrizes sejam cumpridas.

• Sempre alerta

A criação do fundo de tratamento de esgoto abriu o caminho para que o DAE criasse equipe e agenda específica para as obras do esgoto. Mas a gestão dos serviços de água e das obras do tratamento não deve ser misturada. Acompanhar onde e como os recursos pagos pelos bauruenses são usados é obrigação de todos. Na semana que vem, o DAE vai apresentar o projeto executivo da ETE e todas as informações devem ser detalhadas.

• Informatização

A Prefeitura de Bauru tem de apresentar conteúdo e argumentos robustos para a opção de unificar ou integrar o controle de dados e de informatização internos. Argumentar pelo cadastro único é razoável, mas unificar em um mesmo setor os acessos e serviços de áreas como dívida ativa, execução fiscal e cadastro imobiliário também é necessário. E a administração ainda não mostrou resultado.

• Quebrar biombos

Não é racional e lógico que cada secretaria tenha sua reserva de conhecimento, que os processos e procedimentos sejam uma espécie de célula independente e que os dados não estejam disponíveis ao controle do Executivo. Quebrar as dependências internas é ferramenta de gestão. Mas é preciso que a administração garanta que a unificação de dados é segura, que a ferramenta de conexão funcione para finanças, jurídico e planejamento, entre outros. Não se pode criar o Fundunesp capítulo II na prefeitura.

• Conselho tutelar

A paz ainda não reinou no segundo Conselho Tutelar de Bauru. Segue pendente a representação que contesta a posse de conselheiras titulares que têm vínculo empregatício com outra localidade, o que está vetado no edital. Nesta semana, houve movimento para destituir o comando, mas o processo passou por reavaliação. Está difícil compreender por que não está sendo aplicado o que diz a regra para.

• Drible manjado!

Uma comissão instituída no âmbito da Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos tem a missão de levantar, apurar e apresentar relatório sobre eventuais empresas que tentam driblar a lei de licitações para continuar participando de licitações na Prefeitura de Bauru. A apuração verifica se um fornecedor punido por descumprir contrato usa o expediente de abrir outra CNPJ para, com este ”novo” contrato social, continuar disputando as compras públicas. Estamos de olho!

• Elogio ao prefeito

O tucano Marcelo Borges elogiou o prefeito Rodrigo Agostinho por este ter compreendido que não há tempo hábil, nem político nem técnico para que os vereadores avaliem a proposta de revisão da planta genérica do IPTU ainda neste ano. Restam mais cinco sessões ordinárias para este exercício. E a revisão de valores da planta do IPTU é ampla. Borges disse que isso seria afogadilho.

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