Faz quase 15 dias que o prefeito de Borebi foi covardemente agredido por grupo de pessoas, foi hospitalizado com ferimentos de gravidade, fratura no crânio e em 3 costelas.
Na época questionamos nesta coluna as entidades sociais, sempre tão eficientes em defender o MST, se desta vez se pronunciariam.
Passadas quase duas semanas e graças a Deus Vaca já está de volta à sua casa, a polícia já apura o crime, tendo inclusive suspeitos já determinados, no entanto não são localizados e ninguém das entidades sociais se pronunciou.
Sobre os fatos, no início um representante do MST se apressou em dizer contra todas as evidências, inclusive o testemunho da família, de que não eram militantes do movimento. Depois, mais nada foi falado.
Como Borebi é uma pequena cidade e o crime teve pouco destaque na mídia, principalmente na grande mídia em São Paulo, então o atentado contra o cidadão, contra sua casa e família, já se encaminha para o esquecimento. Entidades como a comissão de direitos humanos da OAB desta vez não se pronunciam, partidos e sindicatos idem.
O que preocupa é que primeiro se derrubam pés de laranja, com vandalismo. A polícia começa a apurar e imediatamente várias entidades se manifestam contra a criminalização da-quilo que a policia entendeu como crime.
O resultado desta impunidade é, em nova escalada, o ataque ao prefeito, que ousou ter opinião política diferente do MST e seus aliados. Posteriormente a fuga que, infelizmente, foi como previmos, de acampamento em acampamento. (Márcio M. Carvalho)