Tribuna do Leitor

Paga-se caro para morrer


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Venho, amigos leitores, através deste  grandioso jornal, que nos dá liberdade de expressão, dizer sobre o caos em que vivemos quando se trata de atendimento e a forma como ela é feita aos usuários dos cemitérios municipais de Bauru, nos casos de pessoas que não têm condições financeiras para sepultar seus entes queridos. Quanta burocracia se inventa na administração das necrópoles para que se possa sepultar uma pessoa, que, só porque tem fundo mútuo particular, mas não tem jazigo para sepultar, é obrigada a pagar taxas e enfrentar burocracias numa hora em que mais se precisa do poder público. Sr. presidente da Emdurb, é assim que se trata os menos favorecido?!  

Por exemplo: minha amiga tem fundo mútuo, mas não tem jazigo , por este motivo ela não pode receber o atendimento gratuito do sepultamento e agora ficam criando taxas e mais taxas para que a população que não tem de onde tirar dinheiro tenha que pagar  e fazer contratos para poder sepultar nos cemitérios municipais, sendo que deveria ser um serviço gratuito. 

Não é porque uma pessoa tem fundo mútuo que ela é obrigada a ter dinheiro pra comprar um jazigo. Sr. presidente, vamos rever o conceito de atendimento assistencial em Bauru e diminuir os cargos de confianças que tem dentro das repartições dos cemitérios para que assim se possa dar melhor atendimento aos munícipes neces-sitados. Pois pelos valores cobrados parece serviço particular, “parece”, e tá na hora de acabar com estas burocracias que só fazem cada vez mais a população sofrer. Ficam meu protesto e indignação para que  alguém possa resolver esta situação.

João Adilio Damasceno - orgulho de ser bauruense

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