Economia & Negócios

À mercê de NY, Bovespa reduz queda para 0,47%; dólar recua e é negociado a R$ 1,723


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A Bovespa começou a semana novamente à mercê do fluxo internacional. Ontem, o que fez preço foram incertezas relacionadas à Europa. O maior medo é de que Portugal e Espanha sejam a bola da vez, mesmo depois de o FMI e a União Europeia terem socorrido a Irlanda com € 85 bilhões. Essa desconfiança na solvência dos dois países ibéricos manteve as bolsas norte-americanas e a Bovespa igualmente pressionadas.

Na Europa, as principais praças financeiras registraram perdas superiores a 2%. Aqui, a Bolsa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,47%, aos 67.908,18, em sintonia estreita com Nova York, onde o índice Dow Jones havia reduzido a baixa a apenas 0,18 às 18h20, com ajuda das ações dos setores de energia e financeiro.

A arrancada do petróleo em Nova York contribuiu para que as vendas de ações diminuíssem. O contrato de petróleo com vencimento para janeiro subiu 2,35%, a US$ 85,73. Diante disso, as ações de Petrobras, que estão muito depreciadas em relação ao Ibovespa, tiveram energia para fechar no azul, após oscilar bastante no pregão. Petrobras PN subiu 0,41% e a ON registrou valorização de 0,99%, reduzindo a pressão sobre o Ibovespa, que durante a tarde chegou a acelerar a queda para 1,65%, ameaçando perder também a marca dos 67 mil pontos.

Os papéis da Vale também buscaram o caminho da recuperação, ainda que moderada, na reta final dos negócios. A ON teve alta de 0,22% e a PNA fechou com variação negativa de 0,04%.

Ontem foi mais um dia de volume financeiro tímido. Foram negociados na Bovespa R$ 5,19 bilhões.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,70%

Ganho líquido/30 dias: 0,71%

Pela taxa média de 10,70% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,89% e líquido de 0,71%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,56% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,71% e líquida de 0,57%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: baixa de 0,47%

Volume: R$ 5,19 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,47%, aos 67.908,18 pontos e com um giro financeiro de R$ 5,19 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones caiu 0,36% e o índice Nasdaq teve uma queda de 0,37%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 85,50

Variação: queda de 1,72%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a segunda-feira negociado a R$ 85,50, com uma baixa de 1,72% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,367,08, alta de 0,25%.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,723

Variação: baixa de 0,35%

O dólar comercial fechou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,35%, valendo R$ 1,721 na compra e R$ 1,723 n na venda. O dólar paralelo recuou 0,53%, negociado a R$ 1,770 para a compra e a R$ 1,860 para a venda. O dólar turismo caiu 1,09%, cotado a R$ 1,670 na compra e R$ 1,813 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em dezembro fecharam a R$ 1,719,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,52%. O Índice Bovespa Futuro caiu 0,34% aos 68.310 pontos. Ao término da negociação normal, entre os contratos curtos, o DI de abril 2011 cedia a 11,16%, com 157.735 contratos; o de julho 2011 estava estável a 11,60%, com 118.190 contratos. Nos segmentos intermediário e longo, o DI janeiro 2012 subia para 12,05%, com 220.435 contratos; o DI janeiro 2013 avançava para 12,34%, com 98.085 contratos; o DI de janeiro 2014 subia para 12,30%, com 17.520 contratos; o DI de janeiro 2017 ia a 12,20%, com 14.690 contratos; e o DI janeiro 2021 avançava para 12,25%, com 1.900 contratos.

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