Dezembro começou animado para as bolsas ao redor do mundo. Dados bons divulgados na China e nos Estados Unidos acalmaram os ânimos dos investidores e a Bovespa teve uma trégua, após quatro pregões consecutivos de baixa. O índice à vista subiu 2,42%, aos 69.345,85 pontos, com apenas cinco papéis no vermelho, num sinal claro da volta do apetite ao risco. No meio tarde, a Bolsa renovou as máximas (2,81%) com rumores de que os EUA estariam discutindo a hipótese de um aumento no pacote de ajuda financeira do FMI para a Europa. O giro negociado ficou em R$ 6,53 bilhões.
Nos EUA, o índice Dow Jones se preparava para fechar com alta forte, de 2,34%, e na Europa, centro nevrálgico da crise atual, as bolsas chegaram a subir 2,6%, como foi o caso de Frankfurt.
As ordens de compras de ativos de risco foram acionadas ainda de madrugada no Ocidente, quando a China divulgou que a atividade industrial no país em novembro se acelerou num ritmo maior do que o observado em outubro. O índice de atividade industrial oficial da China, conhecido como PMI na sigla em inglês, avançou para 55,2 em novembro, ante de 54,7 no mês anterior. E o indicador medido pelo HSBC China subiu para 55,3, de 54,8 em outubro.
Embora os números chineses tenham intensificado o receio de um aperto monetário em breve para conter a alta da inflação, os investidores em ações viram o dado apenas pela ótica positiva, de continuidade da demanda do maior consumidor mundial de commodities. As ações da Vale estiveram entre as beneficiadas pelos dados. Vale ON fechou com valorização de 3,25% e a PNA, 2,56%. As siderúrgicas foram ainda mais longe. Gerdau PN disparou 5,13% e Metalúrgica Gerdau PN, 5,38%.
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RENDA FIXA
Renda bruta: 10,78%
Ganho líquido/30 dias: 0,89%
Pela taxa média de 10,69% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,89% e líquido de 0,71%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,55% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,71% e líquida de 0,57% com o critério de cada instituição, era de 8,62%.
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BOLSA DE SP
Bovespa: alta de 2,42%
Volume: R$ 6,53 bilhões
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) avançou 2,42%, aos 69.345,85 pontos e com um volume financeiro de R$ 6,53 bilhões negociados.
Em Nova Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones teve uma alta 2,22% e o índice Nasdaq teve uma valorização de 2,05%.
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OURO
Ouro/grama: R$ 85,90
Variação: alta de 1,06%
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou a quarta-feira negociado a R$ 85,90, com uma valorização de 1,06% em comparação com o fechamento de anteontem.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,387,74, queda de 0,15%.
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DÓLAR
Comercial: R$ 1,708
Variação: baixa de 0,41%
O dólar comercial fechou o dia de ontem com uma baixa de 0,41%, valendo R$ 1,706 na compra e R$ 1,708 na venda. O dólar paralelo apresentou uma alta de 1,08%, negociado a R$ 1,780 na compra e a R$ 1,880 na venda. O dólar turismo recuou 1,81%, cotado a R$ 1,703na compra e a R$ 1,790 na venda.
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Tendências no mercado
Contratos de dólar futuro com vencimento em janeiro fecharam a R$ 1,717,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,58%. O Índice Bovespa Futuro subiu 2,14% aos 69.610 pontos. Ao término da negociação normal, entre os contratos longos, o DI de janeiro 2014 caía para 12,14%, com 29.795 contratos; o DI de janeiro 2017 recuava para 11,99%, com 23.570 contratos; e o DI janeiro 2021 caía para 12,06%, com 6.395 contratos. Entre os contratos curtos, o DI de abril 2011 subia para 11,21%, com 321.120 contratos; o de julho 2011 evoluía para 11,67%, com 226.280 contratos; o DI janeiro 2012 avançava para 12,13%, com 717.235 contratos. Na divisão de longos e curtos, o DI janeiro 2013 tinha alta leve, para 12,29%, com 226.430 contratos.