Tribuna do Leitor

Saudades da Nossa Caixa!


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Quem tem financiamento imobiliário levantado junto ao Banco Nossa Caixa S/A, recém adquirido pelo Banco do Brasil, já vai saber do que estou falando. A partir do mês de outubro/2010, quando a carteira imobiliária migrou do antigo banco para o Banco do Brasil, os problemas imediatamente começaram e, o pior..., sem que se tenha nenhuma esperança de que as coisas vão se acertar. Os extratos mensais que antes chegavam com antecedência mínima de dez dias, simplesmente desapareceram. A partir de então, virou sempre uma surpresa ao abrir o extrato da conta corrente e “descobrir” o valor, sempre, via de regra, superior ao que deveria ser cobrado. Em outubro, fomos ressarcidos após três dias; em novembro, até o momento nada de ressarcimento. Se o Sistema é de Amortização Constante, a taxa de poupança pouco variou de um mês para outro, como pode o valor do mês atual ser superior ao do mês anterior?

Em vinte e seis prestações pagas, foi a primeira vez que isso ocorreu, ou seja, o Banco do Brasil conseguiu fazer uma “conta” que só ele mesmo poderia fazer. Ah... Sem qualquer tipo de aviso, “mudou-se” a data do débito, que, por Contrato, registrado em Cartório, seria no 4º dia útil para o dia 8 de cada mês, com a alegação de que o Sistema do Banco não consegue contar quatro dias úteis, acreditam?

Você faz reclamação para a gerente da Agência, esta é sempre muito prestativa, porém não consegue resolver. Depois você manda a reclamação para o SAC – Sistema de Atendimento ao Cliente e este encaminha para a mesma gerente. Em seguida, você notifica a Ouvidoria e esta o que faz? Encaminha para a mesma gerente, ou seja, estamos nós, servidores públicos, obrigados a possuir conta no Banco do Brasil, sem pai, sem mãe e... sem banco.

Mario Frenhe Junior

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