Economia & Negócios

Bovespa fecha em queda na contramão das bolsas dos EUA; dólar vai a R$ 1,707


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Na contramão das Bolsas europeias e dos índices S&P500 e Nasdaq em Nova York, o Ibovespa fechou na mínima do dia, com queda de mais de 1% e permanece no nível dos 67 mil pontos. A pressão de baixa derivada do exercício de opções sobre ações fez o mercado brasileiro se descolar do Exterior. O vencimento de opções, contudo, ajudou a elevar o giro financeiro do mercado de ações. Lá fora, persistem as preocupações quanto à dívida de alguns países da zona do euro uma vez que a reunião de cúpula da União Europeia não esclareceu como os membros da União Europeia pretendem resolver seus problemas financeiros.

Também cresceram as tensões entre as Coreias do Sul e do Norte e, nos EUA, um indicador de atividade divulgado ontem não confirmou os sinais recentes de crescimento da economia do país. Mesmo assim, a alta das commodities amparou uma discreta valorização das Bolsas. O petróleo, o ouro e os metais básicos subiram em Nova York e em Londres.

Isso, de outro lado, influenciou para a queda do dólar em relação ao real, dado o interesse dos investidores por moedas de países exportadores de matérias-primas. No mercado de juros, o aumento das expectativas de inflação na pesquisa Focus deu leve impulso às taxas futuras antes da divulgação do IPCA-15 amanhã.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,71%

Ganho líquido/30 dias: 0,71%

Pela taxa média de 10,71% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 22 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,89% e líquido de 0,71%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,57% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,72% e líquida de 0,57%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 1,06%

Volume: R$ 10,6 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) sofreu uma baixa de 1,06%, aos 67.263,60 pontos e com um giro financeiro de R$ 10,6 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,12%, aos 11478,13 pontos, e o índice Nasdaq teve uma valorização de 0,25%, aos 2649,56 pontos.

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OURO

Ouro/grama: R$ 82,99

Variação: baixa de 2,93%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro fechou o dia negociado a R$ 82,99, com uma baixa de 2,93% em comparação com o fechamento de sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos Estados Unidos, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1383,91, alta de 0,62%.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,707

Variação: queda de 0,47%

O dólar comercial fechou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,47%, valendo R$ 1,705 na compra e R$ 1,707 na venda. O dólar paralelo permaneceu estável, cotado a R$ 1,770 para a compra e a R$ 1,870 para a venda. O dólar turismo sofreu uma baixa de 0,17%, cotado a R$ 1,667 na compra e a R$ 1,790 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em janeiro fecharam a R$ 1,7110 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,47%. O Índice Bovespa Futuro queda 0,93% aos 68.360 pontos. Ao final do pregão regular, o juro do contrato de janeiro 12 estava em 11,89% ante 11,85% no ajuste de sexta-feira. O contrato DI abril 12 mostrava taxa de 12,09% comparado a 12,05% no ajuste de sexta-feira. O DI julho 12 tinha juro de 12,23%, ante 12,20%. Já a taxa para janeiro 13 teve movimentação menor saindo de 12,31% no ajuste de sexta-feira para 12,32% no fim do pregão regular de hoje. O janeiro 14 encerrou o dia a 12,30% ante 12,28% no ajuste da sexta-feira. O contrato longo de maior liquidez, o janeiro 17, tinha taxa de 12,18% no final do pregão regular, ante 12,17%.

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