Admiro e respeito a nova geração que revela em alguns aspectos uma grande inteligência, desde que se considere como inteligência a capacidade de saber o que fazer diante de um desafio e parece que essa geração enfrenta muito bem os novos desafios, são corajosos, decididos e criativos.
Para que completassem a admiração e o respeito que vêm merecendo com seus feitos gloriosos e internéticos eu só gostaria que eles fossem um pouco mais civilizados; quero dizer, não se comportassem na vida como trogloditas, uma vez que não estamos mais na idade da pedra, uma vez que os homens já inventaram relógio, calendários, talheres, pratos, mesas, cadeiras, camas, banheiros, enfim, de lá para cá a civilização já veio trazer outras formas de nos comportarmos na vida e não vivermos como eles dizem: “comer o que quiser quando têm fome, dormir quando der sono, em qualquer lugar”; pois esse é o comportamento adequado para animais e trogloditas e não para gente civilizada. Não é de admirar que com esse tipo de opção de vida, quase animal de tão primitiva, sejam levados alguns mais afoitos, até as drogas, e ao uso e abuso de tudo, sem respeito à propriedade alheia, por nada nem por ninguém. É aí que falha a grande inteligência que tão bem sabem usar para outros comportamentos, até científicos e engenhosos. Que usem melhor a inteligência privilegiada que Deus lhes deu e se comportem como pessoas civilizadas do século XXI, em benefício deles próprios e demonstrando assim que são “totalmente” inteligentes pois esse outro tipo de comportamento compatível apenas com a idade da pedra o que revela é pura e simplesmente “burrice”.
Isolina Bresolin Vianna