Inquérito policial
Os boletins de ocorrência a respeito do entrevero entre o vereador Carlinhos Bastazini (PP) e o marido de uma servidora que trabalha no PS, ocorrido anteontem na Câmara, viraram inquérito policial. O cidadão foi reclamar que a funcionária, que foi exonerada de cargo de diretoria no Pronto-Socorro, ainda não tinha sido reconduzida à função. Ele alega que Carlinhos o agrediu e o vereador nega, dizendo ter sofrido desacato.
Dois BOs em um O caso será averiguado na Delegacia Seccional de Bauru, pelo delegado Eron Veríssimo Gimenes, que reuniu os dois boletins em um único processo. Como se trata de ocorrências de menor potencial ofensivo, ele explica que foi instaurado um termo circunstanciado para a investigação. Segundo o delegado, na próxima semana já serão chamadas as testemunhas.
Levi no gabinete Roberval Sakai (PP) escolheu o seu chefe de gabinete na Câmara. O pastor da igreja Brasil em Cristo Levi Momesso aceitou ontem o convite do vereador e afirmou que na próxima segunda-feira irá começar a trabalhar. Ele foi presidente do Conselho de Pastores de Bauru e não é filiado a nenhum partido. Até o momento.
A bronca funciona Os dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram que quando proprietários de terrenos sujos ou com mato alto são notificados e limpam os imóveis para não serem multados. Ou seja, se houve mais vistorias e mais notificações, Bauru sofreria menos com o problema. O negligente com a limpeza não quer saber de por a mão no bolso para pagar multa.
Cobertura reduzida Mas a Secretaria Municipal de Saúde tem de ampliar em muito a cobertura na fiscalização. Segundo estimativa interna, apenas 20% dos lotes são vistoriados. É fato que são cerca de 65 mil imóveis. Mas boa parte dos terrenos não gera irregularidades. Se a pasta utilizar como parâmetro a produtividade dos carteiros, por área de abrangência, verá que é possível, certamente, percorrer muito mais endereços e de forma permanente. A fiscalização hoje é muito reduzida.
Veio a suspensão O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu a decisão judicial que havia determinado a obrigação da União em fiscalizar recursos repassados aos municípios. A ação judicial movida pela Justiça Federal de Bauru havia congelado uma série de projetos do PAC na região. Apesar da decisão, a Caixa Econômica Federal (CEF) já tinha conseguido desbloquear os valores com um recurso no final do ano passado.
Arrecadação maior Já dissemos aqui que os últimos governos municipais contaram com crescimentos permanentes na arrecadação. E, apesar disso, a média de investimentos/ano ficou em 6%. Neste ano, graças à estabilidade nas contas gerada no governo de Tuga Angerami, o prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) já pode usufruir de 14% das receitas para investimentos.
Caixa engordado E em matéria de arrecadação, a situação continua sendo confortável ao chefe do Executivo bauruense. Apesar do orçamento para 2011 fixar receitas de R$ 458 milhões, o que equivale a 6,5% acima do realizado neste ano, o resultado tende a ser muito melhor. Não será surpresa se, em a economia crescendo os 4,5% do PIB estimados pelo governo federal, a Prefeitura de Bauru atingir R$ 480 milhões neste ano. Isso mesmo, R$ 22 milhões a mais do projetado.
Os boletins de ocorrência a respeito do entrevero entre o vereador Carlinhos Bastazini (PP) e o marido de uma servidora que trabalha no PS, ocorrido anteontem na Câmara, viraram inquérito policial. O cidadão foi reclamar que a funcionária, que foi exonerada de cargo de diretoria no Pronto-Socorro, ainda não tinha sido reconduzida à função. Ele alega que Carlinhos o agrediu e o vereador nega, dizendo ter sofrido desacato.
Dois BOs em um O caso será averiguado na Delegacia Seccional de Bauru, pelo delegado Eron Veríssimo Gimenes, que reuniu os dois boletins em um único processo. Como se trata de ocorrências de menor potencial ofensivo, ele explica que foi instaurado um termo circunstanciado para a investigação. Segundo o delegado, na próxima semana já serão chamadas as testemunhas.
Levi no gabinete Roberval Sakai (PP) escolheu o seu chefe de gabinete na Câmara. O pastor da igreja Brasil em Cristo Levi Momesso aceitou ontem o convite do vereador e afirmou que na próxima segunda-feira irá começar a trabalhar. Ele foi presidente do Conselho de Pastores de Bauru e não é filiado a nenhum partido. Até o momento.
A bronca funciona Os dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram que quando proprietários de terrenos sujos ou com mato alto são notificados e limpam os imóveis para não serem multados. Ou seja, se houve mais vistorias e mais notificações, Bauru sofreria menos com o problema. O negligente com a limpeza não quer saber de por a mão no bolso para pagar multa.
Cobertura reduzida Mas a Secretaria Municipal de Saúde tem de ampliar em muito a cobertura na fiscalização. Segundo estimativa interna, apenas 20% dos lotes são vistoriados. É fato que são cerca de 65 mil imóveis. Mas boa parte dos terrenos não gera irregularidades. Se a pasta utilizar como parâmetro a produtividade dos carteiros, por área de abrangência, verá que é possível, certamente, percorrer muito mais endereços e de forma permanente. A fiscalização hoje é muito reduzida.
Veio a suspensão O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu a decisão judicial que havia determinado a obrigação da União em fiscalizar recursos repassados aos municípios. A ação judicial movida pela Justiça Federal de Bauru havia congelado uma série de projetos do PAC na região. Apesar da decisão, a Caixa Econômica Federal (CEF) já tinha conseguido desbloquear os valores com um recurso no final do ano passado.
Arrecadação maior Já dissemos aqui que os últimos governos municipais contaram com crescimentos permanentes na arrecadação. E, apesar disso, a média de investimentos/ano ficou em 6%. Neste ano, graças à estabilidade nas contas gerada no governo de Tuga Angerami, o prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) já pode usufruir de 14% das receitas para investimentos.
Caixa engordado E em matéria de arrecadação, a situação continua sendo confortável ao chefe do Executivo bauruense. Apesar do orçamento para 2011 fixar receitas de R$ 458 milhões, o que equivale a 6,5% acima do realizado neste ano, o resultado tende a ser muito melhor. Não será surpresa se, em a economia crescendo os 4,5% do PIB estimados pelo governo federal, a Prefeitura de Bauru atingir R$ 480 milhões neste ano. Isso mesmo, R$ 22 milhões a mais do projetado.