Caros leitores e amigos do basquete bauruense, creio que todos nós estamos acompanhando a “bendita” novela do nosso glorioso ginásio Panela de Pressão, palco de títulos,vitórias e alegrias para o basquete bauruense nos anos de 1998 a 2002. Era ainda garoto na época, com meus 12,13 anos, e acompanhava o Bauru Basquete em seus jogos. Hoje, já com meus 20 e poucos anos, esse imenso projeto voltou à tona graças a boa vontade de muitos, entre eles cito o técnico Jorge Guerra e o senhor Pedro Poli. Não quero ver de novo, como vi em 2003, este projeto acabar. Não ter patrocínio é uma coisa, agora só queremos uma “casa”. Casa esta que não abrigará somente o basquete bauruense, o vôlei, o futsal o handbol. São crianças e jovens que serão atendidas. Caso não conheçam, sugiro que acessem o site do Bauru Basquete, procurem sobre o projeto “Cesta Mágica” e olhem quantas são e quantas crianças ainda irão ser atendidas por esse projeto. Imaginem se tivéssemos mais apoio do poder público e maior incentivo o quanto esse projeto poderia ser ampliado e quantos outros poderiam surgir. Escrevo essas linhas como mais um entre tantos apelos. Antes de torcedor, sou um cidadão baururense que torce e vibra pelo basquete. Sei que a cidade de Bauru tem uma quantidade imensa de problemas: enchente, asfalto, segurança, educação, saúde e o esporte. Peço urgência ao poder público e, acima de tudo, boa vontade política para que esse tão famoso “imbróglio” se desfaça o quanto antes. Não quero ver, como ocorreu em 2003, um time guerreiro se desfazendo devido a perda de patrocínio. Lembro-me, na ocasião, do então técnico do time de Londrina, hoje atual técnico da Seleção Brasileira de Basquete Feminino, o senhor Ênio Vecchi. Quando pergun-tado a respeito do fim do Bauru Basquete, ele resumiu em uma frase seu pensamento: “Não se mata um campeão”. (Gustavo Coelho Lopes - Torcida Fúria)
escolha sua cidade
Bauru
escolha outra cidade