Na página de A Tribuna do Leitor da edição do JC da última terça-feira, foi com satisfação que tomei conhecimento do "desabafo" da professora de história Zilda Palloni Somense, quando ela, nascida em Ibitinga, mas há muito aqui residindo, fez um completo relato de acontecimentos relacionados ao passado da nossa Bauru e demonstrando, com detalhes, o seu perfeito conhecimento sobre diferentes capítulos que encerram importantes fatos históricos da então Capital da Terra Branca. Cumprimentamos a mestra Zilda que, em pouco espaço, não apenas narrou influentes episódios que destacam a trajetória de nossa cidade, desde a transformação em município, como também deu a conhecer um cristalino amor pela Bauru que foi adotada como a sua cidade do coração. Tudo que ela citou em sua correspondência ao Jornal da Cidade, nós, ao longo dos 36 anos do Bauru Ilustrado, temos focalizado com certa insistência a fim de que possamos, principalmente ao mundo estudantil, mostrar a gloriosa caminhada da Sem Limites a partir de 1896, ano em que o município mudou de nome, de Espírito Santo da Fortaleza para a denominação atual, Bauru. Ficamos satisfeitos e emocionados quando encontramos uma professora (natural da hospitaleira e querida Ibitinga) que, conhecendo tanto sobre a terra bauruense, através de sua manifestação no JC, deu uma verdadeira aula sobre a Bauru de todos nós. Ao encerrar e cumprimentá-la, dedico à professora Zilda aquilo que mensalmente publico no Bauru Ilustrado: O corpo de uma cidade é o seu povo e a alma é a sua história. Esta, se não for preservada, respeitada e divulgada, povo e cidade perdem a sua identidade. (Luciano Dias Pires - editor do Bauru Ilustrado)
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