Washington - Os EUA cancelaram vistos de um "número indeterminado" de funcionários do governo haitiano ontem, em mais uma medida para pressionar o presidente René Préval a realizar o segundo turno das eleições presidenciais sem o candidato governista."Nosso foco, neste momento, é garantir ao Haiti um processo eleitoral livre, justo e com credibilidade", disse o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley. Segundo ele, outras medidas estão "sendo avaliadas??. O cancelamento dos vistos acontece um dia depois de os EUA subirem o tom contra o governo Préval e "urgirem" as autoridades eleitorais a "implementar" recomendações da OEA (Organização dos Estados Americanos) sobre as eleições.Candidato ameaça
O candidato presidencial haitiano Michel Martelly, que tem apoio dos Estados Unidos e da Organização das Nações Unidas (ONU) para disputar o segundo turno do pleito, disse ontem que convocará seus seguidores às ruas caso as autoridades eleitorais locais o mantenham excluído do processo.Ex-ditador quer reconciliação
O ex-ditador do Haiti Jean-Claude "Baby Doc" Duvalier convocou ontem os haitianos à "reconciliação nacional" e afirmou que retornou ao país em "solidariedade" às vítimas do terremoto de 2010. Em sua primeira coletiva de imprensa desde o retorno surpresa ao Haiti, "Baby Doc" também expressou sua "profunda tristeza por todos aqueles que dizem que foram vítimas do meu governo".
O candidato presidencial haitiano Michel Martelly, que tem apoio dos Estados Unidos e da Organização das Nações Unidas (ONU) para disputar o segundo turno do pleito, disse ontem que convocará seus seguidores às ruas caso as autoridades eleitorais locais o mantenham excluído do processo.Ex-ditador quer reconciliação
O ex-ditador do Haiti Jean-Claude "Baby Doc" Duvalier convocou ontem os haitianos à "reconciliação nacional" e afirmou que retornou ao país em "solidariedade" às vítimas do terremoto de 2010. Em sua primeira coletiva de imprensa desde o retorno surpresa ao Haiti, "Baby Doc" também expressou sua "profunda tristeza por todos aqueles que dizem que foram vítimas do meu governo".